“Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador!”
Educação para o Futuro
- Home
- portfolio
- Futuro e Inovação
- Social
- Educação para o Futuro
Educação para o Futuro
EDUCAÇÃO PARA O FUTURO
Inovação Pedagógica, Valorização dos Professores e Escolas Preparadas para o Século XXI
DIAGNÓSTICO
Se existe uma área que define o futuro de um estado, essa área é a educação. É na escola que se formam cidadãos, que se descobrem talentos, que se constroem sonhos. É na educação que se plantam as sementes do desenvolvimento, da inovação, da justiça social.
O Paraná tem uma das melhores redes de educação básica do país. O estado lidera o ranking do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) em todas as etapas avaliadas:
| Etapa | Nota do Paraná | Média Nacional | Posição |
|---|---|---|---|
| Ensino Médio | 4,9 | 4,3 | 1º lugar |
| Anos Finais do Fundamental | 5,5 | — | 1º lugar (empate com CE e GO) |
| Anos Iniciais do Fundamental | 6,7 | — | 1º lugar (à frente de CE e SP) |
| Municípios com indicador de educação médio ou alto | 385 | — | — |
Temos experiências exitosas em educação integral, em escolas técnicas, em inovação pedagógica. O Programa Paraná Digital foi pioneiro na informatização das escolas, conectividade e sistemas de gestão escolar.
Mas os números escondem desigualdades. Enquanto algumas escolas têm excelente desempenho, outras patinam. Enquanto algumas regiões avançam, outras ficam para trás. O aluno do centro da cidade tem uma realidade muito diferente do aluno da periferia ou da zona rural.
DADOS PRINCIPAIS
| Indicador | Número |
|---|---|
| IDEB Ensino Médio | 4,9 (1º do Brasil) |
| IDEB Anos Finais | 5,5 (1º do Brasil) |
| IDEB Anos Iniciais | 6,7 (1º do Brasil) |
| Municípios com educação de qualidade | 385 |
| Escolas com internet de qualidade | Ainda é exceção |
| Licenças de professores por transtornos mentais (2024) | Mais de 10 mil |
| Defasagem salarial dos professores desde 2017 | 47% |
OS DESAFIOS
Infraestrutura precária
Muitas escolas ainda sofrem com falta de laboratórios, bibliotecas, quadras esportivas. Salas superlotadas, ventilação inadequada, banheiros precários. Internet de qualidade é exceção, não regra. Como ensinar no século XXI com estrutura do século XX?
Desvalorização dos professores
O professor paranaense é dedicado, mas está desvalorizado. Salários defasados, planos de carreira engessados, condições de trabalho adversas. Estima-se uma defasagem de 47% desde 2017. Muitos acumulam dois ou três empregos para sobreviver. A formação continuada é insuficiente. O resultado é desmotivação, adoecimento, abandono da profissão.
Mais de 10 mil licenças médicas foram concedidas a professores efetivos por transtornos mentais em 2024 — 41 afastamentos por dia útil. Os mais de 32 mil trabalhadores temporários (PSS) sequer entram nas estatísticas.
Defasagem de aprendizagem
A pandemia agravou um problema que já existia. Milhares de alunos estão defasados, com dificuldades de leitura, escrita, matemática. O déficit de aprendizagem se acumula e compromete o futuro. Recuperar esse atraso é prioridade absoluta.
Desconexão com o mundo do trabalho
O jovem não enxerga sentido no que aprende. O currículo é distante da sua realidade, das suas aspirações, das oportunidades reais. Falta conexão entre escola e mundo do trabalho, entre educação e projeto de vida.
Inovação pedagógica insuficiente
A escola ainda ensina como ensinava há cem anos. Aula expositiva, quadro e giz, prova, nota. O mundo mudou, a tecnologia avançou, mas a metodologia pouco evoluiu. Falta incorporar novas formas de ensinar e aprender.
Saúde mental
Alunos ansiosos, deprimidos, sobrecarregados. Professores esgotados, estressados, adoecidos. A pandemia escancarou uma crise de saúde mental que já existia, mas era ignorada. A escola precisa acolher, não apenas ensinar.
OS ATORES: JOVENS, PAIS E PROFESSORES
| Ator | Realidade e Necessidades |
|---|---|
| Os jovens | Nativos digitais, conectados, informados. Mas também ansiosos, pressionados, inseguros. Precisam de acolhimento, orientação, sentido. |
| Os pais | Sonham com futuro melhor para os filhos. Querem oportunidades que eles mesmos não tiveram. Precisam de parceria com a escola. |
| Os professores | Alma da educação. Estão na sala de aula todos os dias, enfrentando desafios. Mas estão exaustos, desvalorizados, desmotivados. Precisam de reconhecimento, condições de trabalho, formação. |
Uma política educacional de verdade precisa dialogar com esses três grupos. Precisa ouvir seus anseios, responder suas demandas, construir juntos as soluções.
NOSSAS SOLUÇÕES
PILAR 1: INFRAESTRUTURA DIGNA E TECNOLOGIA
Não há educação de qualidade sem condições materiais. O aluno não aprende em sala superlotada, sem ventilação, sem iluminação adequada. O professor não ensina sem recursos mínimos.
Ações concretas:
Escolas bem construídas e conservadas — Salas com tamanho adequado, quadras cobertas, laboratórios, bibliotecas atualizadas, banheiros em condições.
Acessibilidade plena — Escolas preparadas para receber alunos com deficiência: rampas, banheiros adaptados, materiais específicos, atendimento especializado.
Internet de alta velocidade em todas as escolas — Conectividade rápida, estável, acessível. Sem internet, não há tecnologia na educação.
Equipamentos modernos — Computadores, tablets, lousas digitais. Em quantidade suficiente, com manutenção, com atualização.
Plataformas educacionais — Conteúdo digital de qualidade, adaptativo, interativo. O aluno aprendendo no seu ritmo, com recursos variados.
Formação de professores para uso da tecnologia — Não adianta equipar se o professor não sabe usar. Capacitação continuada, apoio técnico.
PILAR 2: VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES
Professor valorizado ensina melhor, motiva mais, transforma vidas. Professor desvalorizado adoece, desanima, abandona. Valorizar quem ensina é a política mais importante que um governo pode adotar.
Ações concretas:
Salário digno — Remuneração compatível com a importância da profissão, com a formação, com a jornada. Que permita viver com qualidade, sem precisar acumular múltiplos empregos.
Plano de carreira atrativo — Carreira estruturada, com progressão clara, com incentivos à formação, com reconhecimento do tempo de serviço.
Condições de trabalho adequadas — Turmas com número reduzido de alunos. Tempo remunerado para planejamento, correção, formação. Apoio pedagógico, equipe multidisciplinar, gestão democrática.
Formação continuada de qualidade — Cursos, especializações, mestrados profissionais. Professor se atualizando, se aprimorando, se desenvolvendo.
Saúde mental do professor — Programas de apoio psicológico, prevenção ao burnout, acolhimento. O professor também adoece e precisa de cuidado.
Reconhecimento social — Campanhas de valorização, prêmios para boas práticas, visibilidade para experiências exitosas. Orgulho de ser professor.
PILAR 3: CURRÍCULO CONECTADO COM O FUTURO
O mundo mudou, mas o currículo escolar mudou pouco. Ainda ensinamos conteúdos desconectados da realidade, com metodologias ultrapassadas.
Ações concretas:
Desenvolvimento de competências — Formar para pensar criticamente, resolver problemas complexos, trabalhar em equipe, comunicar ideias.
Ênfase em áreas estratégicas — Matemática, ciências, tecnologia. Mas também linguagens, humanidades, artes. Formação integral.
Conexão com o mundo do trabalho — Jovem precisa entender as profissões do futuro, as habilidades mais valorizadas, os caminhos possíveis. Projetos de vida, orientação profissional, contato com o mercado.
Educação financeira, empreendedorismo, cidadania digital — Saber lidar com dinheiro, empreender, usar tecnologia com responsabilidade.
Flexibilidade curricular — Currículo que permita a escolas e redes adaptar, inovar, experimentar, dialogar com realidades locais e vocações regionais.
Avaliação formativa, não punitiva — Prova como ferramenta para diagnosticar, orientar, melhorar. Aluno avaliado para aprender, não para ser classificado.
PILAR 4: INOVAÇÃO PEDAGÓGICA E METODOLOGIAS ATIVAS
A escola ainda ensina como ensinava há cem anos. Professor falando, aluno ouvindo. Quadro e giz. Prova e nota. A metodologia precisa mudar.
Ações concretas:
Metodologias ativas — Aluno no centro do processo. Aprende fazendo, pesquisando, experimentando. Projetos, problemas, desafios. Professor como facilitador, orientador, parceiro.
Aprendizagem baseada em projetos — Alunos investigam problemas reais, buscam soluções, produzem conhecimento. Desenvolvem autonomia, criatividade, colaboração.
Aprendizagem baseada em problemas — Enfrentam desafios complexos, que exigem mobilizar diferentes saberes. Aprendem a lidar com incertezas, a buscar informações, a tomar decisões.
Gamificação — Elementos de jogos aplicados à aprendizagem. Desafios, recompensas, níveis. Torna o processo mais engajador, mais motivador, mais divertido.
Cultura maker — Mão na massa. Alunos constroem, criam, inventam. Robótica, programação, artesanato digital. Desenvolvem criatividade, pensamento computacional, habilidades manuais.
Tecnologia integrada ao currículo — Não como adorno, mas como ferramenta pedagógica. Aplicativos, plataformas, recursos digitais. Aluno aprende com tecnologia, não apenas sobre tecnologia.
PILAR 5: EDUCAÇÃO INTEGRAL E EM TEMPO INTEGRAL
O aluno não é só estudante. É ser humano com múltiplas dimensões. Precisa de desenvolvimento intelectual, mas também físico, emocional, social, cultural.
Ações concretas:
Educação integral — Concepção pedagógica que considera todas as dimensões do desenvolvimento. Integra conhecimento, cultura, esporte, arte, saúde.
Escolas de tempo integral — Mais tempo na escola permite ampliar experiências, aprofundar aprendizagens, oferecer atividades diversificadas.
Atividades diversificadas — Oficinas, projetos, esporte, cultura, tecnologia. O aluno desenvolvendo múltiplas habilidades.
Parcerias com organizações sociais — Programas de contraturno, atividades extracurriculares para quem não está no tempo integral.
Ampliação da política — Levar educação integral para mais escolas, mais regiões, mais alunos, com infraestrutura adequada, profissionais capacitados, currículo integrado.
O Paraná já tem experiências exitosas em educação integral. Os resultados são positivos: melhora na aprendizagem, redução da evasão, desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Precisamos ampliar essa política.
PILAR 6: EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TÉCNICA
O jovem precisa enxergar sentido no que aprende. Precisa ver conexão com sua vida, com seu futuro, com as oportunidades reais.
Ações concretas:
Ampliação da oferta — Mais escolas técnicas, mais cursos, mais vagas em todas as regiões, alinhados com as vocações econômicas locais.
Cursos alinhados com vocações regionais — No Oeste, agroindústria, biotecnologia. No Litoral, turismo, gastronomia, meio ambiente. No Norte, gestão do agronegócio, comércio exterior. Na região Metropolitana, tecnologia, indústria 4.0.
Integração com o ensino médio — Jovem sai da escola com diploma de nível médio e qualificação profissional. Mais preparado para o mercado, mais competitivo, mais realizado.
Parcerias com o setor produtivo — Empresas, cooperativas, sindicatos. Estágios, aprendizagem, programas de trainee. Jovem tem contato com o mundo do trabalho antes de se formar.
Atualização constante dos cursos — O mercado muda rápido, as profissões se transformam. A oferta de cursos precisa acompanhar essa dinâmica.
Educação profissional para quem já está no mercado — Cursos de qualificação, requalificação, aperfeiçoamento. O trabalhador precisa se atualizar para não ficar para trás.
PILAR 7: INCLUSÃO E EQUIDADE
A escola precisa ser para todos. Não pode reproduzir desigualdades, tem que combatê-las.
Ações concretas:
Acesso — Toda criança na escola. Busca ativa de quem abandonou, políticas de permanência, apoio para quem tem dificuldade.
Permanência — Escola acolhedora, interessante, significativa. Diálogo com a realidade do aluno, com sua cultura, sua história.
Aprendizagem para todos — Adaptação curricular, atendimento especializado, apoio pedagógico. Alunos com ritmos diferentes, necessidades diferentes, todos aprendendo.
Equidade — Aluno em vulnerabilidade recebe mais apoio, mais recurso, mais atenção. Não é privilégio, é compensação de desigualdades.
Educação no campo — Escolas rurais fortes, infraestrutura adequada, professores preparados, currículo conectado à realidade.
Educação indígena, quilombola, comunidades tradicionais — Respeito à cultura, à língua, currículo diferenciado, formação específica de professores, gestão compartilhada.
Educação para pessoas com deficiência — Escolas preparadas, atendimento especializado, recursos adequados. Inclusão plena, não segregação.
PILAR 8: SAÚDE MENTAL E BEM-ESTAR
A pandemia escancarou uma crise de saúde mental que já existia. Alunos ansiosos, deprimidos, sobrecarregados. Professores exaustos, estressados, adoecidos.
Ações concretas:
Saúde mental como prioridade — Programas de acolhimento, equipes multidisciplinares, parcerias com a saúde. Aluno precisa de apoio para lidar com suas emoções, seus medos, suas angústias.
Formação de professores — Capacitar para identificar sinais de sofrimento, acolher, encaminhar. Professor não é psicólogo, mas pode ser a primeira linha de apoio.
Espaços de escuta na escola — Rodas de conversa, grupos de acolhimento, atendimento individual. Aluno precisa de lugar para falar, para ser ouvido, para ser cuidado.
Prevenção ao bullying e violência — Clima escolar positivo, cultura de paz, mediação de conflitos.
Cuidado com os profissionais — Programas de apoio psicológico para professores e funcionários. Prevenção ao burnout, ao estresse, ao adoecimento.
PILAR 9: PARTICIPAÇÃO DAS FAMÍLIAS E DA COMUNIDADE
A escola não educa sozinha. Precisa da parceria das famílias, da comunidade, de toda a sociedade.
Ações concretas:
Acolhimento das famílias — Escola que recebe bem os pais, ouve suas demandas, valoriza sua contribuição. Não trata como problema, mas como parceiros.
Conselhos escolares fortalecidos — Participação efetiva de pais, alunos, professores, funcionários. Espaço de decisão compartilhada.
Associações de pais e mestres atuantes — Apoio à escola, mobilização de recursos, organização de eventos. Comunidade escolar organizada é mais forte.
Projetos que integram escola e comunidade — Feiras, eventos, mutirões. Escola aberta à comunidade, comunidade presente na escola.
Comunicação clara com as famílias — Sobre desempenho dos alunos, projetos da escola, dificuldades enfrentadas. Pais informados são pais engajados.
PILAR 10: GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA
A escola não pode ser gerida de cima para baixo. Precisa de gestão democrática, com participação de todos os atores.
Ações concretas:
Autonomia escolar — Cada escola com liberdade para adaptar currículos, organizar tempos, definir prioridades.
Diretor preparado e com autonomia — Escolha técnica ou eleição com critérios, formação em gestão, autonomia pedagógica e financeira. Diretor como líder, não apenas como burocrata.
Recursos chegando à escola — Dinheiro chega à ponta com regularidade e autonomia para gestão. Programas como PDDE fortalecidos.
Planejamento participativo — Comunidade escolar participando do planejamento, definição de prioridades, avaliação de resultados.
Prestação de contas — Escola prestando contas à comunidade. Transparência, diálogo, responsabilidade.
Formação de gestores escolares — Diretor como líder pedagógico, não apenas administrador. Formação específica, apoio técnico, rede de troca.
EXEMPLOS QUE INSPIRAM
| Experiência | Lição Aprendida |
|---|---|
| Escolas de tempo integral em Pernambuco | Modelo que melhorou aprendizagem, reduziu evasão, formou jovens preparados. Referência nacional. |
| Instituto Federal do Paraná | Rede de educação profissional de qualidade, presente em várias regiões, formando jovens para o mercado. |
| Programa Paraná Digital | Pioneiro na informatização das escolas, conectividade, sistemas de gestão escolar. Referência nacional em tecnologia na educação. |
| Curitiba, cidade educadora | Experiências exitosas em educação integral, gestão escolar, participação da comunidade. |
| Ceará | Política de cooperação com municípios, com foco na alfabetização na idade certa. Resultados expressivos. |
| Escolas de referência em gestão no Paraná | Unidades que combinam liderança forte, participação da comunidade e foco em resultados. |
// O QUE ME DIFERENCIA
Não sou político de carreira. Sou empreendedor, estudioso e movido a dados.
EMPREENDEDOR
Conheço na prática as dificuldades de quem produz, gera emprego e paga imposto. Sei o que é enfrentar a burocracia e os “nãos” do sistema. Aprendi que o maior ativo de qualquer organização são as pessoas. E que pessoas bem formadas, bem preparadas, bem cuidadas, fazem a diferença.
DATA DRIVEN
Minhas propostas são construídas com base em dados, diagnósticos técnicos e evidências. O Paraná tem a melhor educação do Brasil, mas os números também mostram professores adoecidos e defasagem salarial. Decisões baseadas em informação, não em achismo.
ESTUDIOSO
Estudei as regras, aprendi sobre seus direitos e me preparei para não ser enganado. Conhecimento técnico para tomar as melhores decisões em políticas educacionais.
VISÃO DE LONGO PRAZO
Não penso só na próxima eleição. Planejo para os próximos 10, 20 anos. A educação de hoje define o Paraná de amanhã. Investir na base é o que há de mais estratégico.
COMPROMISSO COM A VERDADE
Não prometo o que não posso cumprir. Entrego resultados. Transparência radical em tudo o que faço.
ESCUTA ATIVA
Conversei com professores, alunos, pais, gestores escolares. Vi de perto a dedicação de quem educa e o cansaço de quem não é valorizado. Sei das dificuldades de quem está na sala de aula. Minha voz é a soma de muitas vozes.
O COMPROMISSO DE LEANDRO
“A educação transforma vidas. Eu sou prova disso. Sei o que é começar com pouco e construir algo com estudo e trabalho. Meu compromisso é com a valorização dos professores — salário digno, carreira atrativa, condições de trabalho, saúde mental. Com escolas preparadas — infraestrutura, tecnologia, inovação. Com um currículo conectado ao futuro — que prepare nossos jovens para os desafios do século XXI. Vou lutar para que a melhor educação do Brasil seja também a mais justa, a mais inclusiva e a mais valorizada. Porque educar é cuidar do futuro do Paraná.”
COMPARTILHE ESTA PROPOSTA
LEANDRO CAZAROTO
Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador.