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CUIDAR DE QUEM CUIDA

CUIDAR DE QUEM CUIDA

Valorização, Saúde Mental e Condições Dignas para os Profissionais da Saúde do Paraná


DIAGNÓSTICO

Se tem uma frase que resume o que há de errado com a saúde pública no Brasil, é esta: o sistema não cuida de quem cuida.

Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários, motoristas de ambulância, recepcionistas de postos, equipes de limpeza e segurança. Todos os dias, milhares de profissionais se dedicam a cuidar da nossa saúde. Trabalham em condições precárias, com salários defasados, jornadas exaustivas, falta de equipamentos, pressão constante.

E quem cuida deles? Quem olha para a saúde desses profissionais? Quem garante que tenham condições dignas de trabalho? Quem se preocupa com a sua saúde mental, física, emocional?

Essa pergunta precisa ser respondida. Porque um sistema de saúde que não cuida de quem cuida está fadado ao fracasso. Profissional adoecido não atende bem. Profissional desmotivado não acolhe bem. Profissional exausto comete erros. A conta quem paga é a população.


DADOS PRINCIPAIS

 
 
IndicadorNúmero
Profissionais com sintomas de burnoutMais de 40%
Licenças médicas por transtornos mentais (2024)24.704 (parcela significativa é de profissionais da saúde)
Municípios com índice de saúde alto302
Cobertura do SAMU100%
Profissionais da saúde no estadoCentenas de milhares
Jornada de trabalho típica40 a 60 horas semanais (muitos com múltiplos empregos)

O RETRATO DA SAÚDE PÚBLICA NO PARANÁ

O Paraná tem uma das melhores redes de saúde pública do país. Temos hospitais de referência, programas elogiados, profissionais competentes. O estado possui 302 municípios com índice de saúde alto no IPDM e nenhum município com índice baixo de saúde. O SAMU tem cobertura de 100% do território. A regionalização da saúde está em andamento.

Mas também temos problemas graves que afetam diretamente quem está na linha de frente:

 
 
ProblemaImpacto no Profissional
Filas para consultas especializadasPressão por produtividade, sobrecarga
Demora para exames essenciaisFrustração, impotência
Falta de médicos no interiorSobrecarga dos que permanecem
Hospitais regionais superlotadosEstresse, exaustão
UPAs no limite da capacidadeAtendimento precário, risco de erros

E, por trás de cada um desses problemas, há um profissional de saúde tentando fazer o possível com o que tem.

 
 
ProfissionalRealidade
Técnico de enfermagemAtende 50 pacientes por turno
MédicoAcumula três empregos para pagar as contas
Agente comunitárioAnda horas por dia debaixo de sol e chuva
EnfermeiraChora no banheiro depois de perder um paciente que poderia ter sido salvo

Esses profissionais são heróis. Mas herói não pode ser sinônimo de explorado. Herói não pode ser quem trabalha até adoecer. Herói não pode ser quem sacrifica a própria saúde para cuidar da saúde alheia.

Precisamos mudar essa lógica.


OS DESAFIOS

Salários defasados

Estudos mostram que os profissionais de saúde brasileiros ganham, em média, muito menos do que profissionais com mesma formação em outras áreas. No Paraná, a situação não é muito diferente. O piso salarial é baixo, as progressões são lentas, as perdas inflacionárias se acumulam.

Múltiplos empregos

Para sobreviver, muitos profissionais precisam trabalhar em dois, três empregos. Acumulam turnos, viajam de uma ponta a outra da cidade, não têm tempo para descansar, para cuidar de si, para estar com a família. A qualidade de vida é zero, a qualidade do atendimento também.

Jornadas exaustivas

Plantões de 12, 24, 36 horas seguidas são comuns. O corpo não aguenta, a mente não aguenta. O profissional trabalha no limite da exaustão, com risco aumentado de erros e de adoecimento.

Falta de equipamentos e insumos

Como atender bem sem o mínimo? Falta luva, falta seringa, falta medicamento, falta equipamento. O profissional precisa improvisar, se virar, fazer milagre. A frustração é constante.

Violência no ambiente de trabalho

Agressões físicas e verbais contra profissionais de saúde são cada vez mais comuns. Pacientes e familiares estressados, sistema quebrado, profissionais virando alvo de descarga de frustração.

Saúde mental comprometida

Ansiedade, depressão, burnout são epidêmicos entre profissionais de saúde. A pressão, a sobrecarga, a desvalorização adoecem. Faltam programas de apoio, faltam políticas de cuidado, falta acolhimento.

Falta de planos de carreira

As regras de progressão são complexas, lentas, pouco transparentes. O profissional passa anos sem avançar, sem reconhecimento, sem perspectiva. A carreira não atrai jovens talentos.

Desvalorização social

O profissional de saúde é desrespeitado por pacientes, por gestores, pela sociedade. A profissão perdeu status, perdeu prestígio, perdeu atratividade.


NOSSAS SOLUÇÕES

PILAR 1: VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

Valorizar quem cuida começa com salário digno. O profissional de saúde precisa ganhar o suficiente para viver com qualidade, sem precisar acumular múltiplos empregos. Jornada de trabalho razoável, que permita descanso, convívio familiar, lazer.

Ações concretas:

  • Salário digno — Remuneração compatível com a responsabilidade, formação e jornada. Piso salarial justo, recomposição de perdas inflacionárias.

  • Plano de carreira claro — Critérios objetivos de progressão, incentivando permanência e desenvolvimento. Progressão por tempo de serviço, formação, avaliação de desempenho.

  • Jornada de trabalho razoável — Limite de plantões consecutivos, pausas obrigatórias, descanso garantido. Não se pode exigir que um profissional atenda 12, 14, 16 horas seguidas sem descanso adequado.

  • Condições dignas de trabalho — Equipamentos adequados, insumos suficientes, equipes completas, ambientes seguros. O profissional não pode ser herói improvisando soluções para tapar buracos do sistema.


PILAR 2: SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS

O profissional de saúde lida diariamente com dor, sofrimento, morte. Isso tem um preço emocional enorme. E, no entanto, são raros os serviços que oferecem suporte psicológico a esses trabalhadores.

Ações concretas:

  • Programas estruturados de saúde mental — Atendimento psicológico acessível, gratuito, sigiloso. Grupos de apoio, espaços de escuta, acompanhamento preventivo.

  • Prevenção ao burnout — Gestão de jornadas, rodízio de funções, limitação de plantões consecutivos. Identificação precoce de sinais de sofrimento.

  • Apoio em situações de trauma — Atendimento especializado após eventos críticos (mortes, situações de violência, desastres).

  • Acompanhamento preventivo — Programas de promoção da saúde mental, com atividades de bem-estar, ginástica laboral, grupos de acolhimento.


PILAR 3: FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO CONTINUADA

A medicina, a enfermagem, todas as áreas da saúde evoluem rapidamente. O que se aprendia na faculdade há dez anos já está desatualizado. O profissional precisa de oportunidades constantes de atualização.

Ações concretas:

  • Programas de educação continuada — Cursos presenciais e a distância, de qualidade, acessíveis, gratuitos. Oferta regular de cursos, oficinas, palestras, seminários.

  • Licenças para capacitação — Sem perda de remuneração, com incentivos para especialização, mestrado, doutorado.

  • Parcerias com universidades — Aproveitar o conhecimento produzido nas universidades para formar os profissionais da rede. Pesquisa aplicada à prática.

  • Formação humanizada desde a graduação — Ensinar o futuro profissional não apenas a diagnosticar e tratar, mas a ouvir, acolher, comunicar. A técnica é fundamental, mas a humanidade é insubstituível.


PILAR 4: HUMANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO

Humanizar o atendimento exige mudanças estruturais e culturais. Beneficia o paciente e também o profissional.

Ações concretas:

  • Espaços adequados — Com privacidade, conforto, acolhimento. Salas de espera menos estressantes, com informação, com conforto.

  • Tempo de consulta suficiente — Para ouvir o paciente, não apenas para atender. Consultas com tempo adequado reduzem a pressão sobre o profissional.

  • Protocolos que priorizam a pessoa — Não apenas a doença. Cuidado centrado no paciente, na sua história, nas suas necessidades.

  • Canais de comunicação claros — Acessíveis, respeitosos. Informação clara sobre procedimentos, tempo de espera, diagnóstico.

  • Formação continuada em humanização — Para todos os profissionais. Gestão que valoriza o acolhimento, não apenas a produtividade.

  • Mecanismos de escuta do paciente — Avaliar a qualidade do atendimento, identificar pontos de melhoria. A voz do usuário como guia.

Humanização é também respeitar a diversidade. Atendimento que considere as especificidades de gênero, raça, orientação sexual, religião, cultura. Um sistema que acolhe a todos sem preconceito, sem discriminação, sem julgamento.


PILAR 5: PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

O SUS é um dos poucos sistemas de saúde do mundo que prevê, em sua lei de criação, a participação da sociedade na gestão. Conselhos de saúde, conferências, ouvidorias. Os profissionais também precisam ser ouvidos.

Ações concretas:

  • Conselhos de saúde fortalecidos — Paritários, com poder deliberativo, não apenas consultivo. Participação de usuários, trabalhadores, gestores e prestadores.

  • Conferências periódicas — Com ampla mobilização, discutindo prioridades, avaliando resultados, propondo caminhos.

  • Ouvidorias atuantes — Que investiguem e respondam às demandas. Canal para receber denúncias, reclamações, sugestões.

  • Transparência ativa — Dados de saúde abertos, acessíveis, compreensíveis. O cidadão e o profissional precisam saber como está a saúde no estado.

  • Participação dos profissionais — Os trabalhadores precisam ser ouvidos na gestão das unidades, na definição de protocolos, na avaliação de políticas.


PILAR 6: PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE

A melhor forma de cuidar de quem cuida é evitar que adoeça. Prevenção é palavra de ordem.

Ações concretas:

  • Programas de promoção da saúde no trabalho — Atividade física, alimentação saudável, gestão do estresse. Cuidar do corpo também é cuidar da mente.

  • Ambiente de trabalho saudável — Combate ao assédio moral, à violência, à pressão excessiva. Relações respeitosas, gestão acolhedora.

  • Acompanhamento de saúde periódico — Exames regulares, vacinação em dia, prevenção de doenças ocupacionais.

  • Afastamentos acompanhados — Quando o profissional adoece, acompanhar, apoiar, preparar o retorno. Não deixar solitário.


EXEMPLOS QUE INSPIRAM

 
 
ExperiênciaLição Aprendida
Hospitais geridos por organizações sociais (com contratos bem feitos)Onde bem contratados e bem fiscalizados, melhoraram atendimento, reduziram filas, otimizaram recursos e valorizaram profissionais.
Programas de apoio psicológico para profissionais em alguns municípiosRedução de afastamentos, melhoria no clima organizacional, profissionais mais satisfeitos.
Iniciativas de humanização em hospitais de referênciaAcolhimento, acompanhante permitido, comunicação clara – pacientes mais satisfeitos, profissionais mais motivados.
Telemedicina no interiorApoio a profissionais da ponta, redução de transferências desnecessárias, compartilhamento de conhecimento.
Programas de formação continuada em hospitais de excelênciaProfissionais atualizados, motivados, com maior capacidade de resolver problemas complexos.

O PAPEL DO ESTADO DO PARANÁ

O governo estadual tem competências importantes na área da saúde. Pode e deve fazer muito mais pelos profissionais:

 
 
AçãoBenefício
Programa estadual de saúde mental para profissionais da saúdeAtendimento psicológico gratuito, grupos de apoio, linhas de cuidado específicas
Política de valorização com piso salarial dignoPlano de carreira estruturado, condições de trabalho adequadas
Negociação permanente com sindicatos e associaçõesProfissional precisa ser ouvido e respeitado
Fortalecimento da atenção básicaIncentivos financeiros para equipes completas, redução da sobrecarga
Investimento em tecnologia e inovaçãoProntuário eletrônico integrado, telemedicina, regulação de filas inteligente – ferramentas que facilitam o trabalho do profissional
Transparência total e participação socialDados abertos, portais acessíveis, conselhos fortalecidos

// O QUE ME DIFERENCIA

Não sou político de carreira. Sou empreendedor, estudioso e movido a dados.

EMPREENDEDOR
Minha trajetória como empreendedor me ensinou o valor da gestão eficiente, do planejamento sério, da valorização das pessoas. Aprendi que problema complexo exige solução integrada. Não adianta tapar um buraco enquanto outros se abrem. É preciso olhar para o sistema, entender as causas, agir na raiz.

DATA DRIVEN
Minhas propostas são construídas com base em dados, diagnósticos técnicos e evidências. Conheço os números da saúde no Paraná: filas, tempo de espera, déficit de profissionais, afastamentos. Decisões baseadas em informação, não em achismo.

ESTUDIOSO
Estudei as regras, aprendi sobre seus direitos e me preparei para não ser enganado. Conhecimento técnico para tomar as melhores decisões na área da saúde.

VISÃO DE LONGO PRAZO
Não penso só na próxima eleição. Planejo para os próximos 10, 20 anos. O envelhecimento populacional vai pressionar ainda mais o sistema de saúde e seus profissionais. Precisamos nos preparar agora.

COMPROMISSO COM A VERDADE
Não prometo o que não posso cumprir. Entrego resultados. Transparência radical em tudo o que faço.

ESCUTA ATIVA
Acompanhei de perto profissionais de saúde na família. Vi noites em claro, plantões intermináveis, o desgaste físico e emocional. Vi também a dedicação, o carinho, a entrega. Conversei com médicos, enfermeiros, técnicos, agentes comunitários. Sei das dificuldades de quem está na linha de frente. Minha voz é a soma de muitas vozes.


O COMPROMISSO DE LEANDRO

“Falo sobre isso com conhecimento de causa. Aprendi que equipe motivada entrega mais, erra menos, cresce junto. Aprendi também o que é ver gente querida enfrentando as filas do SUS. A espera angustiante por uma consulta. A incerteza de um diagnóstico. A correria atrás de exames. O medo de não ter vaga. A gratidão quando finalmente é atendido com dignidade. Meu compromisso é com uma política de valorização dos profissionais da saúde. Com salário digno, com plano de carreira, com condições de trabalho adequadas, com saúde mental, com formação continuada. Vou lutar por um programa estadual de saúde mental para profissionais da saúde, por negociação permanente com sindicatos, por investimento em tecnologia que facilite o trabalho. Cuidar de quem cuida não é favor. É condição para que o sistema funcione. É investimento, não custo. É prioridade, não opção.”


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LEANDRO CAZAROTO

Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador.