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Segurança na Fronteira

SEGURANÇA NA FRONTEIRA

O Desafio de Proteger o Paraná da Rota do Crime Organizado


DIAGNÓSTICO

O Paraná tem uma geografia que é ao mesmo tempo bênção e maldição. Com 139 municípios na faixa de fronteira, o estado faz divisa com o Paraguai e a Argentina, dois países que, por razões distintas, se tornaram rotas estratégicas do tráfico internacional de drogas.

A tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina é uma região única. São cinco cidades paraguaias (Ciudad del Este, Presidente Franco, Hernandarias e Minga Guazú) e uma argentina (Puerto Iguazú) que se conectam a Foz do Iguaçu, formando uma mancha urbana de aproximadamente 1 milhão de habitantes.

Essa integração, que deveria ser um vetor de desenvolvimento, é explorada pelo crime. A travessia diária de 130 mil pessoas torna inviável a fiscalização individualizada de cada uma delas.

 
 
IndicadorNúmero
Municípios na faixa de fronteira139
Travessia diária Ponte da Amizade (BR-PY)100 mil pessoas
Travessia diária Ponte da Fraternidade (BR-AR)30 mil pessoas
Drogas apreendidas em 2025566 toneladas (1º do Brasil)
Apreensão no Lago de Itaipu (fev/2026)677 kg de maconha
Apreensão em rodovias (um único dia)460 kg
Cocaína apreendida no Porto de Santos461 kg com destino à Europa
Investimento em segurança (2019-2024)Crescimento de 160%
Novas bases da Polícia de Fronteira11 (em implantação)

O PROTAGONISMO PARANAENSE

O Paraná alcançou resultados históricos na segurança pública, com quedas consistentes nos principais indicadores de criminalidade desde 2019:

 
 
IndicadorResultado 2025
Redução de homicídios24% (2ª maior do Brasil)
Taxa de mortes violentas11,29/100 mil hab (menor da história)
Taxa de homicídios9,81/100 mil (abaixo de 10 pela 1ª vez)
Municípios sem homicídios (1º trim/2025)270 de 399 (68%)

Evolução histórica (2018-2025):

 
 
CrimeRedução
Homicídios-36,7%
Furtos-20,6%
Roubos-74%
Veículos furtados-40,1%
Veículos roubados-79,8%

O orçamento da Segurança Pública cresceu de R$ 2,5 bilhões em 2019 para R$ 6,5 bilhões em 2024. O programa Olho Vivo conta com 26 mil câmeras inteligentes em todas as cidades.


OS DESAFIOS

A geografia do crime

A tríplice fronteira é um território complexo. A integração urbana, que deveria ser um vetor de desenvolvimento, é explorada pelo crime. A travessia diária de 130 mil pessoas torna inviável a fiscalização individualizada.

Liderança em apreensões, desafio em estancar o fluxo

Os números de apreensão do Paraná são superlativos. Mas, apesar desse esforço heroico das forças de segurança, o volume de drogas em circulação continua alto. A imponente apreensão de 677 kg de maconha no Lago de Itaipu é um retrato perfeito dessa realidade: uma batalha diária, vencida em operações específicas, mas que ainda está longe de ser a guerra final.

A complexidade dos ilícitos

O problema na fronteira não se resume às drogas. O contrabando (entrada de mercadoria proibida) e o descaminho (entrada de mercadoria permitida, mas sem pagamento de impostos) são endêmicos.

Uma única carga de celulares pode chegar a R$ 5 milhões, alimentando um ciclo de lucro que é quase indissociável do crime organizado e da lavagem de dinheiro.

O tráfico de pessoas

Por trás do fluxo de mercadorias, há um fluxo invisível de vítimas. O tráfico de seres humanos, especialmente de crianças e mulheres para exploração sexual e trabalho forçado, é uma realidade cruel. A vulnerabilidade social é o principal combustível desse crime.

Missionários que atuam na região relatam casos de pais e avós que chegam a vender crianças, tamanha a situação de desespero e falta de documentação.


AS ESTRATÉGIAS EM AÇÃO

O Projeto Polícia de Fronteira

A principal aposta do governo estadual é o projeto “Polícia de Fronteira”, um plano ambicioso que prevê a instalação de 11 bases operacionais físicas ao longo das fronteiras e divisas do estado.

 
 
InformaçãoDetalhe
Investimento por baseCerca de R$ 5 milhões
Primeira baseInaugurada em janeiro de 2026, em Ribeirão Claro (Norte Pioneiro)
Outras basesSanta Helena, Capanema, Vitorino, entre outros

Cada base é equipada com:

  • Viaturas táticas (RAM 3500) para patrulhamento em áreas de difícil acesso

  • Armamento de maior calibre, incluindo fuzis

  • Cães de faro para detecção de drogas

  • Sistemas de informação integrados com Polícia Militar, Civil e guardas municipais

Operações integradas e inteligência

A integração das forças de segurança é um pilar fundamental da nova estratégia. Na prática, isso significa a criação de forças-tarefa que reúnem Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Receita Federal.

A apreensão de 677 kg de maconha em Santa Helena é um exemplo clássico desse trabalho integrado, resultado de um patrulhamento conjunto entre PF e PM.

Investimento em pessoal

 
 
InvestimentoNúmero
Novos policiais militares4.000
Novos bombeiros1.200
Novos policiais civis550
Concurso previsto2.000 PM e 600 bombeiros

NOSSAS SOLUÇÕES

PILAR 1: PRESENÇA PERMANENTE DO ESTADO NA FRONTEIRA

O Estado precisa ocupar a fronteira, com estrutura, com efetivo, com serviços.

Ações concretas:

  • Concluir e ativar as 11 bases da Polícia de Fronteira com celeridade, garantindo que estejam totalmente equipadas e com efetivo completo. A malha de proteção só será eficaz quando todas as unidades estiverem em operação integrada.

  • Bases integradas de segurança — Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Receita Federal atuando de forma integrada em bases fixas na fronteira.

  • Efetivo permanente — Garantir que as polícias tenham efetivo suficiente e estável na região. Profissionais que conheçam a realidade, que construam vínculo.

  • Infraestrutura de vigilância — Câmeras, sensores, radares, drones. Monitoramento contínuo da linha de fronteira.

  • Iluminação e infraestrutura nas áreas críticas — Muitos pontos de travessia ilegal são escuros, isolados, sem controle. Iluminar é inibir.

  • Postos de fiscalização fixos e móveis — Presença ostensiva em pontos estratégicos, com capacidade de parada, vistoria, abordagem.


PILAR 2: INTELIGÊNCIA E COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

O crime não tem fronteira. A polícia também não pode ter.

Ações concretas:

  • Acordos de cooperação com Paraguai e Argentina — Intercâmbio de informações, operações conjuntas, alinhamento de estratégias. A criminalidade é integrada, a repressão precisa ser.

  • Adidância policial — Policiais brasileiros atuando em países vizinhos, facilitando a cooperação, a troca de informações, a investigação conjunta.

  • Inteligência compartilhada — Sistemas de informação integrados, com dados sobre rotas, quadrilhas, cargas. Informação que não para na fronteira.

  • Operações conjuntas programadas — Ações integradas nos dois lados da fronteira, com planejamento, com coordenação, com resultados.

  • Combate à lavagem de dinheiro — Seguir o dinheiro do crime, que muitas vezes é lavado em países vizinhos. Cooperação financeira, bloqueio de contas, recuperação de ativos.


PILAR 3: FISCALIZAÇÃO INTEGRADA E TECNOLÓGICA

A fronteira é extensa e porosa. É preciso tecnologia e integração.

Ações concretas:

  • Centro integrado de comando e controle — Central que reúna informações de todas as forças, com monitoramento em tempo real, com capacidade de coordenação de ações.

  • Sistemas de vigilância eletrônica — Câmeras de longo alcance, sensores de movimento, radares. Cobrir os pontos cegos, onde o crime passa.

  • Fiscalização não intrusiva — Scanners, cães, tecnologia de detecção. Agilizar a fiscalização sem parar todo o fluxo.

  • Integração com a Receita Federal — Controle de mercadorias, combate ao contrabando, à sonegação, ao crime organizado.

  • Banco de dados de veículos e cargas — Rastreamento, identificação, alertas. Veículo suspeito identificado antes de cruzar a fronteira.


PILAR 4: DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DA REGIÃO DE FRONTEIRA

A falta de oportunidades alimenta o crime. É preciso levar desenvolvimento.

Ações concretas:

  • Zona de processamento de exportação — Incentivos para instalação de indústrias na fronteira, gerando emprego formal, renda legal.

  • Infraestrutura e logística — Melhorar estradas, portos secos, estrutura para comércio legal. Facilitar o negócio lícito, dificultar o ilícito.

  • Educação e qualificação profissional — Escolas técnicas, cursos profissionalizantes, parcerias com setor produtivo. Preparar os jovens para o trabalho legal.

  • Saúde e assistência social — Rede de serviços presente, atendendo a população vulnerável, prevenindo os fatores que levam ao crime.

  • Programas para jovens — Esporte, cultura, lazer, trabalho. Oportunidade para não entrar no crime.


PILAR 5: COMBATE À CORRUPÇÃO

A fronteira é território fértil para corrupção. É preciso enfrentá-la.

Ações concretas:

  • Corregedorias fortalecidas — Estrutura de investigação interna nas polícias e órgãos de fiscalização. Identificar, punir, afastar corruptos.

  • Rotatividade de efetivo — Evitar que policiais fiquem tempo excessivo na mesma região, criando vínculos perigosos.

  • Controles internos rigorosos — Monitoramento de conduta, de bens, de contatos. Identificar desvios antes que virem crime.

  • Proteção a denunciantes — Canal seguro para denunciar corrupção, com garantia de anonimato e proteção.

  • Investigação de enriquecimento ilícito — Seguir o dinheiro de agentes públicos suspeitos. Quem ganha mais do que pode explicar, responde.

  • Integração com Ministério Público — Investigação conjunta, denúncia ágil, punição exemplar. Corrupção na fronteira tem que ser enfrentada com rigor.


PILAR 6: INTELIGÊNCIA E INVESTIGAÇÃO QUALIFICADA

Prender o criminoso é importante, mas desarticular a organização criminosa é mais eficaz.

Ações concretas:

  • Unidades de inteligência integradas — Polícia Civil, Militar, Federal compartilhando informações, analisando dados, planejando ações. Inteligência única contra o crime.

  • Delegacias especializadas com recursos — Delegacias de roubo de cargas, de homicídios, com equipes qualificadas, com tecnologia, com autonomia.

  • Análise criminal e georreferenciamento — Mapear crimes, identificar padrões, prever tendências. Policiamento orientado por dados.

  • Recompensa por informações — Programa de recompensa para quem denunciar crimes, com proteção ao denunciante. Informação que prende.

  • Integração com Ministério Público e Judiciário — Fluxo ágil de investigação, denúncia, julgamento. Crime não pode prescrever na gaveta.


PILAR 7: PREVENÇÃO SOCIAL DO CRIME

Mais importante do que prender é evitar que o crime aconteça. Ocupar o território com cidadania.

Ações concretas:

  • Programas para jovens em situação de vulnerabilidade — Esporte, cultura, educação, trabalho. Oportunidade para quem está na linha de frente do crime.

  • Iluminação pública e urbanização de áreas de risco — A escuridão é aliada do crime. Iluminar é prevenir. Urbanizar é ocupar.

  • Mediação de conflitos — Programas de mediação comunitária para resolver conflitos antes que virem violência. Cultura de paz.

  • Combate à evasão escolar — Jovem na escola é jovem longe do crime. Busca ativa, apoio pedagógico, programas de permanência.

  • Saúde mental e atendimento a vítimas — A violência deixa marcas. Apoio psicológico, atendimento social, acolhimento.


PILAR 8: VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA

O profissional de segurança é a linha de frente. Precisa ser valorizado.

Ações concretas:

  • Salário digno — Remuneração compatível com a responsabilidade, com o risco, com a jornada.

  • Plano de carreira — Carreira estruturada, com progressão, com incentivos, com reconhecimento.

  • Formação continuada — Cursos, treinamentos, especializações. Profissional preparado para os desafios.

  • Condições de trabalho — Equipamentos adequados, viaturas em bom estado, estrutura de apoio.

  • Saúde mental do policial — Programas de apoio psicológico, prevenção ao estresse pós-traumático, acolhimento. O policial também adoece.

  • Apoio jurídico e social — Assistência jurídica em caso de ocorrência, apoio à família, suporte em situações de trauma.


PILAR 9: TECNOLOGIA A SERVIÇO DA SEGURANÇA

Tecnologia como aliada na prevenção e na repressão.

Ações concretas:

  • Sistemas de informação integrados — Plataforma única com dados de todas as polícias. Informação em tempo real, decisão ágil.

  • Câmeras de monitoramento com reconhecimento facial — Em áreas críticas, com integração com bancos de dados. Identificar procurados, inibir ações.

  • Aplicativo de denúncia — Canal digital para o cidadão denunciar crimes, enviar informações, pedir ajuda. Com georreferenciamento, com anonimato.

  • Análise de dados e inteligência artificial — Identificar padrões, prever tendências, orientar policiamento. Polícia baseada em evidência.

  • Comunicação integrada — Rádios, sistemas, plataformas que permitam comunicação entre todas as forças. Ação coordenada, resposta rápida.


PILAR 10: PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL

A comunidade precisa ser parceira da segurança.

Ações concretas:

  • Conselhos comunitários de segurança — Espaço de diálogo, de proposição, de acompanhamento. A sociedade participando.

  • Conferências de segurança — Debater a segurança com participação de todos os atores. Propostas, prioridades, avaliação.

  • Ouvidoria atuante — Canal para receber denúncias, reclamações, sugestões sobre a atuação policial. Com resposta, com apuração, com retorno.

  • Pesquisas de vitimização e percepção — Saber o que a população pensa, o que sofre, o que espera. Dados para decisão.

  • Programas educativos nas escolas — Formar crianças e jovens para a cultura da paz, para o respeito à lei, para a confiança na polícia.


EXEMPLOS QUE INSPIRAM

 
 
ExperiênciaLição Aprendida
Pacto pela Vida em PernambucoPrograma que reduziu drasticamente os homicídios com metas claras, gestão integrada, foco em resultados.
Polícia Comunitária em diversos municípiosOnde implantada, melhora a relação com a comunidade, reduz a violência, aumenta a confiança.
Centro Integrado de Comando e ControleEm vários estados, integra informações e coordena ações. Resposta mais rápida, decisão mais informada.
Programa “Fronteira Mais Segura” em Mato Grosso do SulAções integradas na fronteira com o Paraguai, com resultados positivos no combate ao crime.
Apreensão recorde em Santa HelenaAção integrada PF/PM retirou 677 kg de maconha de circulação no Lago de Itaipu.
Primeira base da Polícia de Fronteira em Ribeirão ClaroCombina presença física, tecnologia e integração para combater o crime nas divisas.

// O QUE ME DIFERENCIA

Não sou político de carreira. Sou empreendedor, estudioso e movido a dados.

EMPREENDEDOR
Conheço na prática as dificuldades de quem produz, gera emprego e paga imposto. Aprendi que o crime organizado é uma empresa. Tem logística, tem finanças, tem estratégia. Para enfrentá-lo, o poder público precisa ser mais eficiente, mais inteligente e mais integrado do que ele.

DATA DRIVEN
Minhas propostas são construídas com base em dados, diagnósticos técnicos e evidências. As 566 toneladas de drogas apreendidas não são apenas números — representam o esforço das nossas forças de segurança e o tamanho do desafio que ainda temos pela frente.

ESTUDIOSO
Estudei as regras, aprendi sobre seus direitos e me preparei para não ser enganado. Conhecimento técnico para tomar as melhores decisões em políticas de segurança.

VISÃO DE LONGO PRAZO
Não penso só na próxima eleição. Planejo para os próximos 10, 20 anos. A segurança pública se constrói com planejamento, com investimento contínuo, com políticas de Estado.

COMPROMISSO COM A VERDADE
Não prometo o que não posso cumprir. Entrego resultados. Transparência radical em tudo o que faço.

ESCUTA ATIVA
Conheço o Paraná de ponta a ponta. Conversei com policiais, com moradores da fronteira, com produtores rurais, com caminhoneiros. Sei do medo de quem vive e trabalha em regiões vulneráveis. Minha voz é a soma de muitas vozes.


O COMPROMISSO DE LEANDRO

“A fronteira não é um problema distante. A droga que entra por Foz do Iguaçu chega ao meu bairro, à escola dos meus filhos, à esquina da minha cidade. O dinheiro do crime corrompe e mata onde quer que eu esteja. Meu compromisso é com uma política de segurança de fronteira que seja firme, inteligente e humana. Firme para enfrentar o crime organizado com todo o rigor da lei. Inteligente para usar tecnologia e informação como principais armas. Humana para proteger as vítimas e atacar as causas da vulnerabilidade. Vamos concluir as 11 bases da Polícia de Fronteira, integrar todas as forças, investir em inteligência e tecnologia, combater a lavagem de dinheiro e proteger as populações vulneráveis. A fronteira é nossa. O Paraná é nosso. Vamos defendê-lo juntos.”


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LEANDRO CAZAROTO
Pré-candidato a Deputado Estadual
Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador.