O Paraná que queremos: conhecimento, memória e um novo jeito de fazer política
Introdução

Ontem, passei um tempo na Biblioteca Pública do Paraná.
Confesso: foi uma viagem no tempo. Lembrei dos dias de escola, das tardes em que folheava livros sem pressa, do cheiro de papel velho e da sensação de que ali, entre aquelas estantes, o mundo inteiro cabia dentro de mim.
A Biblioteca Pública do Paraná não é apenas um prédio centenário. Fundada em 1857, é um símbolo vivo do que podemos ser enquanto estado: um lugar que guarda memória, mas também abre portas para o futuro.
Hoje, ela é modelo nacional em acessibilidade, inclusão e programas de incentivo à leitura. Mas quantas cidades do interior do Paraná têm bibliotecas públicas de qualidade? Quantas crianças, jovens e adultos têm acesso gratuito à internet e a um acervo digital que realmente estimule o conhecimento?
Essas perguntas me acompanharam durante toda a visita. E me levaram a outra reflexão, mais ampla: qual é o papel do conhecimento na construção de uma política melhor para o Paraná?

Política e conhecimento: o que aprendemos com o passado?
Há alguns dias, li um estudo que me fez pensar muito sobre isso.
O livro “Análise dos Parlamentares Paranaenses na entrada do século XXI”, organizado pelo professor Ricardo Costa de Oliveira (APUFPR-SSind, 2002), é um trabalho da Universidade Federal do Paraná que mapeia o perfil dos deputados estaduais paranaenses no início dos anos 2000.
O que ele revela?
A obra analisa a origem social, as trajetórias políticas, as redes de parentesco e a assiduidade dos parlamentares. E evidencia duas coisas que merecem nossa atenção:
- A persistência de elites tradicionais na política paranaense – ou seja, a dificuldade de renovação e a concentração do poder em grupos que historicamente se alternam no comando.
- A profissionalização da política – um fenômeno que, embora tenha aspectos positivos (como maior conhecimento das regras e dos trâmites), também pode afastar a política da vida real das pessoas.
Esse estudo tem mais de 20 anos. Mas será que muita coisa mudou?

O que isso tem a ver com a Biblioteca Pública do Paraná?
Tudo.
Assim como o conhecimento não pode ser privilégio de poucos, a política também não pode ser.
Quando defendo mais bibliotecas públicas nas cidades pequenas, internet gratuita e acervo digital acessível, incentivo à leitura como política pública, estou defendendo algo maior do que livros.
Estou defendendo um Paraná onde cada cidadão tenha as ferramentas para pensar por si mesmo, para questionar, para cobrar, para participar.
E isso vale também para quem nos representa.
O que esperar de um deputado estadual em 2026?
A política mudou muito desde 2002. O Paraná mudou. O Brasil mudou.
Mas há algo que permanece: a necessidade de representantes que conheçam a realidade, que tenham compromisso com a verdade e que não estejam presos a velhas estruturas de poder.
Para mim, Leandro Cazaroto, minha trajetória como empresário do ramo imobiliário me ensinou algumas lições que levo para essa pré-candidatura:
✔️ Conhecimento técnico importa. Não dá para resolver o déficit habitacional de 491 mil moradias sem entender de regularização fundiária, financiamento e planejamento urbano.
✔️ Escuta ativa é essencial. Conheço o Paraná de ponta a ponta – e sei que a realidade de uma família no Sudoeste é muito diferente da de uma família na capital. Um bom representante precisa ouvir antes de falar.
✔️ Transparência não é opção, é obrigação. A política não pode ser feita nos bastidores, entre grupos fechados. Tem que ser aberta, explicada, cobrada.
✔️ Compromisso com o futuro. Não penso só na próxima eleição. Penso nos próximos 10, 20 anos. Em que Paraná queremos deixar para nossos filhos?

Conhecimento como ferramenta de transformação
A Biblioteca Pública do Paraná me lembrou de algo fundamental: o conhecimento transforma.
Foi assim comigo. E é assim com qualquer pessoa que tem acesso à informação, à leitura, à educação de qualidade.
Por isso, minha bandeira é clara:
✅ Mais bibliotecas públicas nas cidades pequenas – porque ninguém deveria precisar viajar centenas de quilômetros para ter acesso a um livro.
✅ Internet gratuita e acervo digital acessível – porque no século XXI, conhecimento também se espalha por cabos e ondas.
✅ Incentivo à leitura como política pública – porque ler não é hobby, é ferramenta de cidadania.
E, no campo da política, meu compromisso é com um novo jeito de fazer representação:
✅ Transparência radical – para que você saiba o que estou fazendo, como estou votando e por quê.
✅ Propostas baseadas em dados – porque política não se faz com achismo.
✅ Compromisso com as pessoas, não com grupos – porque meu compromisso é com o Paraná como um todo.
Um convite à reflexão
O estudo da UFPR sobre os parlamentares paranaenses no início dos anos 2000 nos mostra que a política sempre teve desafios de representatividade, renovação e conexão com a população.
Mas não precisamos repetir os mesmos padrões.
Podemos construir algo diferente. Algo mais aberto, mais honesto, mais eficiente.
E isso começa com uma escolha consciente – sua, minha, de cada paranaense.
E você, o que espera do seu deputado estadual em 2026?
Conhecimento? Transparência? Propostas reais? Escuta ativa?
Deixe nos comentários o que é mais importante para você. Sua opinião ajuda a construir uma campanha que realmente representa as pessoas.
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