Melhor Idade com Qualidade de Vida: Respeito e políticas públicas para os idosos
Nossos pais e avós construíram o Paraná que conhecemos. Agora é nossa vez de construir um estado que cuide de quem tanto cuidou de nós.
Quem construiu o Paraná próspero que conhecemos hoje foram nossos pais, nossos avós, nossos vizinhos mais velhos. Foram eles que plantaram as primeiras sementes, abriram as primeiras estradas, ergueram as primeiras escolas e lutaram por cada direito que hoje temos. Chegou a hora de retribuir. Chegou a hora de garantir que a melhor idade tenha a qualidade de vida, o respeito e a dignidade que merece.
Em 2026, o Paraná precisa olhar para seus idosos não como um peso, mas como uma riqueza. Pessoas com experiência, sabedoria e histórias para contar. E também como cidadãos que exigem políticas públicas específicas para viver bem, com saúde, lazer, acessibilidade e inclusão social.
Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos e já vi de perto como a falta de planejamento urbano exclui os idosos do convívio social, esse assunto é importante porque sei que uma cidade que não acolhe seus mais velhos é uma cidade que falhou com sua própria história. E mais: com o envelhecimento da população paranaense, essa é uma pauta urgente e que vai impactar todas as famílias do nosso estado.
O novo perfil do Paraná que envelhece
Os números não mentem. Segundo dados do IBGE, a população brasileira está envelhecendo em ritmo acelerado, e o Paraná acompanha essa tendência. Temos cada vez mais pessoas com mais de 60 anos e menos jovens. Isso muda tudo: a forma como planejamos as cidades, os serviços de saúde, o mercado de trabalho e até o mercado imobiliário.
Esse novo cenário exige que o poder público se antecipe e crie condições para que os idosos vivam com autonomia, saúde e dignidade. Não podemos mais tratar a melhor idade como uma questão secundária. Ela é central para o futuro do nosso estado.
Moradia digna para a melhor idade
Como profissional do mercado imobiliário, uma das coisas que mais me preocupa é a falta de opções habitacionais adequadas para os idosos. Muitas pessoas nessa faixa etária moram sozinhas, em casas grandes demais, com escadas, pisos escorregadios e sem qualquer adaptação.
Outras vivem em áreas afastadas, sem acesso fácil a hospitais, farmácias e comércio. Isso compromete a qualidade de vida e, em muitos casos, leva ao isolamento social.
Defendo políticas públicas que incentivem:
- Habitações adaptadas e acessíveis para idosos, com financiamento facilitado para reformas que eliminem barreiras arquitetônicas.
- Condomínios e vilas da melhor idade, com infraestrutura completa, áreas de convivência e serviços compartilhados, permitindo que os idosos vivam com autonomia e segurança.
- Programas de locação social para idosos de baixa renda, garantindo moradia digna perto de serviços essenciais.
- Regularização fundiária em comunidades onde vivem muitos idosos, assegurando que eles tenham a posse legal de seus imóveis e possam transmiti-los com segurança para seus filhos.
Já vi casos de idosos que perderam suas casas por questões burocráticas ou que vivem em situação de extrema vulnerabilidade por não terem um teto seguro. Isso é inaceitável. Vou trabalhar para que nenhum paranaense na melhor idade precise passar por isso.
Infraestrutura urbana que acolhe
De que adianta uma cidade bonita se um idoso não consegue atravessar a rua? Se não tem um banco para descansar na praça? Se as calçadas são esburacadas e cheias de obstáculos?
Infraestrutura urbana é, antes de tudo, uma questão de acessibilidade. E acessibilidade beneficia todo mundo: idosos, gestantes, pessoas com deficiência, pais com carrinhos de bebê.
Precisamos de cidades que respeitem o ritmo e as necessidades da melhor idade:
- Calçadas niveladas, antiderrapantes e com piso tátil em todas as regiões.
- Travessias seguras com tempo de semáforo adequado para quem anda mais devagar.
- Bancos e áreas de sombra em praças e espaços públicos.
- Transporte público acessível, com motoristas treinados para atender idosos com paciência e respeito.
- Iluminação pública eficiente para que os idosos se sintam seguros ao sair de casa.
Saúde e bem-estar como prioridade
A saúde na melhor idade vai muito além de consultas e remédios. É preciso pensar em prevenção, em qualidade de vida, em atividades que mantenham o corpo e a mente ativos.
Defendo a ampliação de:
- Programas de atividades físicas para idosos em espaços públicos, com profissionais capacitados.
- Centros de convivência da melhor idade em todos os municípios, com oficinas, dança, música e encontros sociais.
- Atendimento médico especializado em geriatria e gerontologia na rede pública, com tempo adequado para cada consulta.
- Farmácia popular com medicamentos gratuitos ou a preços acessíveis para doenças crônicas comuns na terceira idade.
Geração de emprego e renda também para os mais experientes
Muita gente na melhor idade quer e precisa continuar trabalhando. Seja por necessidade financeira, seja por desejo de se manter ativo e produtivo. O mercado de trabalho precisa se adaptar a essa realidade.
Como empresário, sei que profissionais mais experientes têm muito a ensinar. Trazem bagagem, responsabilidade e conhecimento que nenhum curso superior consegue substituir.
Vou propor iniciativas como:
- Programas de requalificação profissional para idosos que desejam voltar ao mercado de trabalho.
- Incentivos fiscais para empresas que contratarem profissionais com mais de 60 anos.
- Estímulo ao empreendedorismo sênior, com linhas de crédito especiais e capacitação para idosos que querem abrir o próprio negócio.
- Valorização do trabalho voluntário como forma de manter os idosos ativos e integrados à comunidade.
Participação social e combate à violência
A melhor idade também precisa ser ouvida. Os idosos têm muito a contribuir com as decisões da cidade e do estado. Por isso, defendo:
- Conselhos municipais e estadual do idoso fortalecidos, com participação ativa e poder de deliberação.
- Canais de denúncia eficientes e acessíveis para casos de violência física, psicológica, financeira ou negligência contra idosos.
- Campanhas permanentes de conscientização sobre o respeito e a valorização da melhor idade.
- Delegacias especializadas no atendimento a idosos vítimas de violência.
Infelizmente, os casos de maus-tratos contra idosos ainda são muitos e, na maioria das vezes, acontecem dentro de casa. Precisamos de políticas públicas que protejam quem mais precisa e que punam exemplarmente os agressores.
Transparência nos recursos para a melhor idade
Assim como em todas as áreas, a transparência pública é fundamental quando falamos de recursos destinados à melhor idade. Os fundos municipais e estadual do idoso precisam ser fiscalizados de perto para garantir que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa.
Vou atuar para que cada centavo destinado a programas para idosos seja aplicado com lisura, e que a sociedade possa acompanhar essa aplicação em tempo real.
Um compromisso com quem veio antes de nós
Cuidar da melhor idade não é favor, é dever. É a forma mais bonita de dizer “obrigado” a quem dedicou uma vida inteira ao trabalho, à família e à construção do nosso estado.
Meu compromisso é trabalhar para que cada idoso paranaense tenha um envelhecimento digno, ativo e feliz. Com moradia adequada, cidade acessível, saúde de qualidade e, acima de tudo, muito respeito.
Compartilhe esta informação! Se você tem um idoso na sua família, marque ele aqui nos comentários e diga o quanto é importante. Vamos espalhar essa mensagem de gratidão e cuidado por todo o Paraná.
E você, o que acha que precisa melhorar na sua cidade para acolher melhor os idosos? Deixe sua opinião! Sua contribuição pode ajudar a construir políticas públicas mais eficientes e humanas.
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