Inclusão e Acessibilidade: Um Paraná para todos, sem barreiras
Mais do que rampas e pisos táteis, acessibilidade é sobre respeito, autonomia e a certeza de que cada paranaense pode viver com dignidade e participar ativamente da sociedade.
Você já parou para pensar quantas barreiras uma pessoa com deficiência enfrenta todos os dias? Uma calçada esburacada que impede a passagem da cadeira de rodas. Um ônibus que não rebaixa. Um prédio público sem rampa de acesso. Um site sem recursos de acessibilidade. Um simples convite para um evento em local inacessível.
Esses obstáculos, que para muitos passam despercebidos, são parte da rotina de milhares de paranaenses. Eles limitam a liberdade, impedem o acesso ao trabalho, à educação, ao lazer e, muitas vezes, afastam as pessoas do convívio social. Em 2026, precisamos construir um Paraná onde inclusão e acessibilidade deixem de ser palavras bonitas no papel e se tornem realidade em cada esquina.
Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos e já vi de perto como prédios, casas e espaços públicos podem excluir ou acolher, esse assunto é importante porque sei que a forma como construímos nossas cidades define quem pode ou não viver nelas com dignidade. E acredito que todas as pessoas, sem exceção, merecem ocupar cada espaço do nosso estado.
Acessibilidade arquitetônica: o direito de ir e vir
Quando falamos em acessibilidade, a primeira imagem que vem à mente são as adaptações físicas: rampas, elevadores, banheiros adaptados, vagas reservadas. E isso é, de fato, a base de tudo. Sem essas condições mínimas, a pessoa com deficiência simplesmente não consegue sair de casa.
Como profissional do mercado imobiliário, sei que muitos prédios, inclusive públicos, foram construídos em uma época em que a acessibilidade não era uma preocupação. E o resultado é que até hoje milhões de pessoas estão excluídas de espaços fundamentais.
Defendo ações concretas para mudar essa realidade:
- Fiscalização rigorosa da lei de acessibilidade em obras públicas e privadas, com punição para quem não cumprir.
- Programas de adaptação de calçadas em parceria com prefeituras, garantindo pisos táteis, rebaixamentos e manutenção constante.
- Linhas de financiamento facilitado para que prédios antigos, especialmente os residenciais, possam se adaptar às normas de acessibilidade.
- Exigência de acessibilidade total em todos os novos empreendimentos imobiliários, com fiscalização desde a aprovação do projeto.
Já vi condomínios inteiros serem construídos sem qualquer preocupação com acessibilidade, excluindo automaticamente pessoas com deficiência e idosos. Isso não pode mais acontecer. Vou trabalhar para que o Paraná seja referência em construções inclusivas.
Transporte público: a chave para a autonomia
De que adianta uma cidade acessível se a pessoa não consegue chegar até ela? O transporte público é, para muitos, a única forma de se locomover. E ele precisa ser acessível em todos os sentidos.
No Paraná, ainda temos um longo caminho a percorrer:
- Ônibus com elevadores funcionando e motoristas treinados para operá-los com paciência e respeito.
- Pontos de ônibus acessíveis, com espaço para cadeirantes e informações em braile ou áudio.
- Terminais adaptados, com banheiros acessíveis e sinalização adequada.
- Aplicativos e sistemas de informação que considerem as necessidades de pessoas com deficiência visual ou auditiva.
O direito de ir e vir é a base de todos os outros direitos. Sem ele, não há trabalho, não há estudo, não há lazer, não há participação social.
Moradia digna e acessível para todos
A moradia digna é um direito constitucional. Mas ela só é realmente digna quando é acessível. De que adianta uma casa própria se a pessoa não consegue entrar nela? Se o banheiro é pequeno demais para a cadeira de rodas? Se as portas são estreitas?
Como empresário do setor imobiliário, defendo que a acessibilidade seja tratada como prioridade nas políticas habitacionais:
- Programas habitacionais que exijam projetos adaptáveis ou adaptados desde a concepção.
- Financiamento específico para reformas que tornem as casas acessíveis para pessoas com deficiência ou idosos.
- Construção de conjuntos habitacionais com unidades adaptadas em quantidade suficiente para atender a demanda.
- Regularização fundiária que garanta às pessoas com deficiência a posse segura de seus imóveis, evitando burocracias que dificultem adaptações futuras.
Já acompanhei casos de famílias que conquistaram a casa própria, mas descobriram, na mudança, que o imóvel não atendia às necessidades de um familiar com deficiência. Isso é frustrante e desumano. Precisamos planejar melhor.
Inclusão digital: acesso ao mundo moderno
No século XXI, a inclusão também passa pelo digital. Sites inacessíveis, aplicativos sem recursos de voz, conteúdos sem legenda ou tradução em Libras: tudo isso exclui pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual do mundo online.
E o mundo online, hoje, é onde se busca emprego, se estuda, se faz compras, se acessa serviços públicos, se mantém contato com amigos e familiares.
Defendo que o poder público dê o exemplo:
- Todos os sites e aplicativos do governo estadual devem ser plenamente acessíveis, seguindo as diretrizes do WCAG (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web).
- Conteúdos oficiais devem ter versões em Libras e audiodescrição sempre que possível.
- Programas de inclusão digital específicos para pessoas com deficiência, ensinando a usar a tecnologia com autonomia.
Educação inclusiva: aprender juntos desde cedo
A inclusão começa na infância. Uma criança com deficiência que estuda em escola regular, com os apoios necessários, aprende não só o conteúdo escolar, mas também a conviver, a se sentir parte, a acreditar no seu potencial. E as outras crianças aprendem a respeitar as diferenças.
Precisamos de:
- Formação continuada para professores sobre educação inclusiva.
- Salas de recursos multifuncionais bem equipadas em todas as escolas estaduais.
- Transporte escolar adaptado para alunos com deficiência.
- Profissionais de apoio (cuidadores, intérpretes de Libras) em número suficiente.
Trabalho e renda: oportunidade para todos
A pessoa com deficiência tem total capacidade de trabalhar e contribuir com a sociedade. O que falta, muitas vezes, são oportunidades e adaptações.
Como empresário, sei que um profissional com deficiência, quando colocado no ambiente certo e com as adaptações necessárias, entrega resultados tão bons quanto qualquer outro. E traz ainda mais: diversidade de pensamento, sensibilidade e, muitas vezes, uma determinação impressionante.
Vou propor:
- Incentivos fiscais para empresas que contratarem pessoas com deficiência além da cota legal.
- Programas de capacitação profissional específicos, preparando pessoas com deficiência para o mercado de trabalho.
- Apoio ao empreendedorismo para pessoas com deficiência que queiram abrir o próprio negócio.
- Fiscalização do cumprimento das cotas no serviço público e nas empresas privadas.
Participação política e social
Por fim, mas não menos importante, a pessoa com deficiência precisa ser ouvida. As decisões que afetam suas vidas não podem ser tomadas sem a sua participação.
Defendo:
- Conselhos municipais e estadual da pessoa com deficiência fortalecidos e com poder deliberativo.
- Acessibilidade em todos os espaços de participação popular, como audiências públicas e conselhos.
- Canais de denúncia eficientes para casos de discriminação e violação de direitos.
- Campanhas permanentes de conscientização sobre a importância da inclusão.
Um Paraná sem barreiras é um Paraná melhor para todos
Acessibilidade não beneficia apenas as pessoas com deficiência. Beneficia idosos, gestantes, pais com carrinhos de bebê, pessoas com mobilidade reduzida temporária. No fim das contas, uma cidade acessível é uma cidade melhor para todo mundo.
Meu compromisso é trabalhar incansavelmente para que o Paraná seja um estado onde nenhuma pessoa seja excluída por falta de acesso. Onde cada paranaense possa viver com autonomia, dignidade e participação plena.
Compartilhe esta informação! Se você conhece alguém que enfrenta barreiras diariamente, marque essa pessoa nos comentários e diga que ela não está sozinha nessa luta.
E você, já enfrentou alguma situação de falta de acessibilidade na sua cidade? Deixe seu relato! Sua experiência pode nos ajudar a construir um mandato ainda mais focado nas reais necessidades da população.
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