Over 10 years we help companies reach their financial and branding goals. Engitech is a values-driven technology agency dedicated.

Gallery

Contacts

411 University St, Seattle, USA

engitech@oceanthemes.net

+1 -800-456-478-23

Uncategorized
Madeireira fechou em Doutor Ulysses: quando a estrada custa empregos

Madeireira fechou em Doutor Ulysses: quando a estrada custa empregos

150 famílias perderam o sustento porque a PR-092 ainda não tem asfalto. Quantas mais vão embora?


Era uma madeireira que empregava 150 pessoas em Doutor Ulysses. Pai e filho trabalhavam juntos. Vizinhos dividiam o mesmo turno. Famílias inteiras dependiam daquele salário.

Até que a madeireira fechou.

O motivo não foi falta de matéria-prima. Não foi crise no setor. Não foi má gestão. Foi a estrada. Os caminhões não conseguiam mais chegar e sair da cidade com regularidade. O custo logístico inviabilizou o negócio. E 150 famílias ficaram sem renda da noite para o dia.

Esse não é um caso isolado. É a história de Doutor Ulysses, o município com o menor IDH do Paraná — e um dos maiores exemplos de como a falta de infraestrutura destrói empregos e condena regiões ao atraso.

Estrada é emprego. Sem estrada, o emprego vai embora

A relação entre infraestrutura e geração de emprego é direta. Onde não há estrada, não há investimento. Onde não há investimento, não há emprego. E onde não há emprego, as pessoas vão embora.

Doutor Ulysses vive esse ciclo. A PR-092, que liga a cidade a Cerro Azul, tem apenas 22% da pavimentação concluída. Os outros 78% seguem em estrada de chão. Em dias de chuva, o trajeto vira uma aventura — e o transporte de cargas se torna inviável.

Resultado? Empresas deixam de se instalar. Empresas que estão lá fecham. Empregos vão para outras cidades. A juventude migra em busca de oportunidades. Quem fica, enfrenta o desemprego e a falta de perspectivas.

O custo invisível da falta de asfalto

O fechamento da madeireira é um número que aparece nas estatísticas. Mas há custos invisíveis que não são contabilizados:

🚛 Custo logístico elevado: Produtos que saem de Doutor Ulysses chegam mais caros ao mercado — ou simplesmente não chegam.

🏭 Empresas que não vêm: Investidores olham para a região e desistem. A infraestrutura precária inviabiliza qualquer plano de negócio.

👨‍🌾 Agricultura familiar prejudicada: O pequeno produtor perde competitividade. O leite, os grãos e a produção agropecuária enfrentam dificuldades para escoar.

💰 Desvalorização dos imóveis: Uma região isolada tem seus imóveis desvalorizados. O patrimônio das famílias perde valor. O sonho da casa própria se torna mais distante.

Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos, essa relação entre estrada e valorização é clara. Onde a infraestrutura chega, o imóvel valoriza. Onde ela falta, o patrimônio se desvaloriza. E não são apenas os imóveis — é a vida das pessoas que perde valor.

150 empregos perdidos. E as outras madeireiras?

A madeireira que fechou em Doutor Ulysses não era a única da região. Outras empresas do setor enfrentam o mesmo drama. Algumas seguem operando no limite, arcando com custos logísticos elevados e perdendo competitividade.

Quantos empregos ainda vão ser perdidos? Quantas famílias vão precisar deixar a cidade em busca de sustento? Quantas comunidades vão se esvaziar até que o asfalto chegue?

Essas perguntas não têm resposta — mas têm um culpado: a ausência do poder público. A pavimentação da PR-092 está em andamento há anos. Mas o ritmo lento das obras condena a região ao isolamento e à pobreza.

O que pode ser feito para gerar emprego em Doutor Ulysses?

O fechamento da madeireira é um alerta. Mas o cenário pode mudar com ações concretas:

1. Conclusão urgente da PR-092

A obra precisa ser acelerada. Cada quilômetro de asfalto significa um passo em direção ao desenvolvimento e à geração de emprego. Uma emenda parlamentar pode destinar recursos específicos para isso.

2. Incentivos fiscais para novas empresas

Criar programas estaduais que atraiam indústrias e serviços para a região, com benefícios fiscais e infraestrutura básica.

3. Capacitação profissional

Preparar a mão de obra local para as novas oportunidades que virão com a chegada do asfalto e dos investimentos.

4. Regularização fundiária

Garantir segurança jurídica para quem quer investir na região, com regularização de imóveis e planejamento urbano.

5. Apoio ao empreendedorismo local

Fomentar pequenos negócios e o comércio local, criando um ecossistema econômico mais diversificado.

O custo de esperar

Enquanto o asfalto não chega, Doutor Ulysses paga um preço alto:

⏳ Tempo perdido — viagens longas, emergências que demoram, oportunidades que não se concretizam

💰 Recursos desperdiçados — caminhões que gastam mais combustível, produtos que perdem valor

👥 Pessoas que vão embora — jovens que não encontram oportunidades, famílias que se desfazem

🔁 Um ciclo que se repete — a pobreza se perpetua, e o IDH continua sendo o menor do estado

Doutor Ulysses não pode esperar mais.

Um chamado à ação

O fechamento da madeireira não precisa ser o fim da história. Pode ser o início de uma nova fase — se houver vontade política e ação concreta.

Você já viu alguma empresa fechar na sua cidade por causa da infraestrutura? Deixe seu relato nos comentários!


📌 Compartilhe este artigo com quem conhece a realidade de Doutor Ulysses e do Vale do Ribeira. Essa história precisa ser contada e cobrada.

Siga a campanha de Leandro Cazaroto nas redes sociais e acompanhe as propostas para levar infraestrutura, emprego e desenvolvimento a todas as regiões do Paraná. Faça parte dessa construção!

Author

leandrocazarotodep

Leave a comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Isso vai fechar em 0 segundos