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JUVENTUDE EM AÇÃO
Oportunidades e Protagonismo para os Novos Líderes do Paraná
DIAGNÓSTICO
Os jovens são o presente e o futuro do Paraná. São eles que trazem energia nova, ideias frescas, vontade de transformar. São eles que questionam o estabelecido, que empurram a sociedade para frente, que constroem o amanhã.
São mais de 3 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos no Paraná, cada uma com suas histórias, sonhos e dificuldades. Eles representam uma parcela significativa da população e do eleitorado do estado.
Mas ser jovem no Paraná não é fácil. Enfrentam-se desafios enormes em diversas frentes:
| Desafio | Realidade |
|---|---|
| Desemprego | Taxa de desemprego entre jovens é o dobro da média geral |
| Educação | Muitos não concluem o ensino médio. Evasão alta entre os mais pobres |
| Saúde mental | Ansiedade, depressão, síndrome do pânico crescem assustadoramente |
| Violência | Jovem é a principal vítima da violência, especialmente negros e periféricos |
| Falta de perspectivas | Muitos se sentem perdidos, sem rumo, sem esperança |
| Acesso à tecnologia | Inclusão digital é desigual. Potencial para inovar é enorme, mas falta estrutura |
DADOS PRINCIPAIS
| Indicador | Número |
|---|---|
| População jovem no Paraná (15-29 anos) | Mais de 3 milhões |
| Desemprego jovem | O dobro da média geral |
| Licenças médicas por transtornos mentais (2024) | 24.704 (jovens são parcela significativa) |
| Evasão escolar no ensino médio | Alta entre jovens de baixa renda |
| Jovens que não estudam nem trabalham | Percentual significativo |
| Eleitores jovens (16-24 anos) | Parcela importante do eleitorado |
OS DESAFIOS
Educação: acesso e permanência
Muitos jovens não conseguem concluir o ensino médio. A evasão escolar é alta, especialmente entre os mais pobres. Quem conclui, muitas vezes sai com aprendizagem defasada, sem preparo para o mercado de trabalho ou para a universidade. O acesso ao ensino superior ainda é privilégio de minoria.
Trabalho: o desemprego que mata sonhos
O desemprego entre jovens é o dobro da média geral. Quando conseguem trabalho, é muitas vezes informal, precário, mal remunerado. Falta experiência, falta qualificação, falta oportunidade. O primeiro emprego é porta de entrada que se fecha para muitos.
Saúde mental: a crise silenciosa
Os números são alarmantes. Ansiedade, depressão, síndrome do pânico crescem entre os jovens. A pressão por resultados, a incerteza sobre o futuro, a exposição nas redes sociais, a violência cotidiana. Falta acolhimento, falta atendimento, falta política de prevenção.
Violência: a juventude que morre
O jovem é a principal vítima da violência no Brasil. Homicídios, especialmente de jovens negros e periféricos. Envolvimento com crime, com drogas, com exploração. Falta de oportunidades empurra muitos para caminhos sem volta.
Cultura e lazer: o vazio que faz falta
Faltam espaços, faltam projetos, faltam opções. O jovem fica na rua, na ociosidade, vulnerável. A cultura que produz é pouco valorizada, pouco apoiada, pouco difundida.
Participação política: o futuro sem voz
O jovem desacredita da política. Não se sente representado, não vê espaço para suas vozes, não acredita na mudança. A baixa participação é sintoma de exclusão, não de desinteresse.
Tecnologia e inovação: o potencial desperdiçado
O jovem é nativo digital, mas nem sempre tem acesso à tecnologia de qualidade. A inclusão digital é desigual. O potencial para inovar é enorme, mas falta estrutura, apoio, incentivo.
Diversidade: os múltiplos desafios
Jovens negros, indígenas, LGBTQIA+, com deficiência, do campo, das periferias enfrentam desafios específicos. A discriminação se soma à exclusão. As políticas precisam considerar essas diferenças.
POR QUE INVESTIR NA JUVENTUDE
Investir nos jovens não é só justo, é estratégico. É o melhor investimento que uma sociedade pode fazer.
| Motivo | Impacto |
|---|---|
| Potencial econômico | Jovens bem formados, bem preparados, bem empregados são motor da economia. Produzem mais, consomem mais, inovam mais. |
| Renovação da sociedade | Jovens trazem novas ideias, novos valores, novas formas de ver o mundo. Questionam o estabelecido, empurram a sociedade para frente, constroem o novo. |
| Prevenção de problemas sociais | Investir em educação, trabalho, cultura, esporte para jovens é a melhor política de segurança. Jovem ocupado, com perspectiva, não é jovem no crime, nas drogas, na violência. |
| Formação de lideranças | Os líderes de amanhã são os jovens de hoje. Precisam ser formados, preparados, incentivados. O futuro do Paraná depende da qualidade da sua juventude. |
| Justiça intergeracional | As decisões que tomamos hoje afetarão os jovens por décadas. É justo que eles participem, que sejam ouvidos, que tenham vez. |
NOSSAS SOLUÇÕES
PILAR 1: EDUCAÇÃO QUE PREPARA PARA A VIDA
A escola precisa ser lugar de formação integral, não apenas de transmissão de conteúdo.
Ações concretas:
Ensino médio conectado com o jovem — Currículo flexível, que dialogue com os interesses e necessidades dos jovens. Projetos de vida, eletivas, integração com o mundo do trabalho.
Educação profissional e técnica — Ampliar a oferta de cursos técnicos, em todas as regiões, alinhados com as vocações econômicas locais. O jovem saindo da escola com profissão.
Ensino superior acessível — Ampliar vagas nas universidades estaduais, com políticas de permanência (bolsas, auxílios, moradia). O jovem pobre não pode abandonar a faculdade porque não tem como se manter.
Educação integral — Escolas de tempo integral, com atividades diversificadas: esporte, cultura, tecnologia, cidadania. O jovem ocupado, desenvolvido, protegido.
Tecnologia na educação — Escolas conectadas, equipamentos modernos, formação de professores. O jovem aprendendo com as ferramentas do seu tempo.
Combate à evasão escolar — Busca ativa de quem abandonou, programas de acolhimento, apoio pedagógico. Cada jovem fora da escola é um direito negado.
PILAR 2: TRABALHO E RENDA PARA OS JOVENS
O primeiro emprego é porta de entrada para a vida adulta. Precisa ser oportunidade, não obstáculo.
Ações concretas:
Programa Jovem Aprendiz fortalecido — Ampliar vagas, fiscalizar cumprimento da cota, qualificar as empresas para receber jovens. Aprendizagem de qualidade, com direitos garantidos.
Estágio de qualidade — Remuneração justa, carga horária compatível com os estudos, supervisão adequada. O estágio como experiência formativa, não como exploração.
Primeiro emprego — Incentivos para empresas que contratarem jovens, especialmente os mais vulneráveis. Programas de transição escola-trabalho.
Empreendedorismo jovem — Capacitação, mentoria, microcrédito para jovens que querem abrir seu próprio negócio. O jovem como criador de oportunidades, não apenas como empregado.
Economia criativa — Apoio a jovens artistas, produtores culturais, criadores de conteúdo. O talento jovem gerando renda e transformando realidades.
Inclusão produtiva no campo — Apoio a jovens agricultores, com assistência técnica, crédito, acesso a mercados. O jovem permanecendo no campo com dignidade.
PILAR 3: SAÚDE INTEGRAL DA JUVENTUDE
Jovem também adoece. Precisa de cuidado específico, humanizado, acessível.
Ações concretas:
Saúde mental como prioridade — Ampliar rede de atenção psicossocial para jovens. CAPS infantojuvenis em todas as regiões. Programas de prevenção ao suicídio, à automutilação, à depressão.
Acolhimento nas escolas — Psicólogos e assistentes sociais na rede estadual. Espaços de escuta, grupos de apoio, orientação. A escola cuidando da saúde mental.
Prevenção ao uso de drogas — Programas de redução de danos, informação qualificada, tratamento acessível. Não é só proibir, é cuidar.
Saúde sexual e reprodutiva — Informação, acesso a métodos contraceptivos, prevenção de ISTs. O jovem precisa de orientação para viver sua sexualidade com saúde e responsabilidade.
Atendimento humanizado — Profissionais capacitados para atender jovens, com respeito, sem preconceito, sem julgamento. O jovem precisa se sentir acolhido para buscar ajuda.
Nutrição e atividade física — Combate à obesidade, incentivo a hábitos saudáveis, acesso a esporte e lazer. Corpo são, mente sã.
PILAR 4: CULTURA, ESPORTE E LAZER
Vida não é só trabalho e estudo. O jovem precisa de espaço para se expressar, se divertir, se realizar.
Ações concretas:
Fomento à cultura jovem — Apoio a bandas, grupos de teatro, coletivos de arte, produtores culturais. Editais específicos, espaços para apresentação, circulação de produção.
Pontos de cultura — Espaços nas periferias, nos pequenos municípios, onde o jovem encontra atividade cultural, formação, produção. Cultura perto de casa.
Esporte para todos — Escolinhas, competições, projetos esportivos em todas as regiões. O esporte como formação, como saúde, como inclusão.
Lazer nos fins de semana — Ruas de lazer, eventos, atividades gratuitas. O jovem ocupado, se divertindo, longe da violência.
Juventude e tecnologia — Hackathons, maratonas de programação, laboratórios de inovação. O jovem criando, inventando, empreendendo.
Protagonismo cultural — O jovem não só como consumidor, mas como produtor de cultura. Sua arte, sua música, sua palavra valorizada e difundida.
PILAR 5: PARTICIPAÇÃO E CIDADANIA
O jovem precisa ter voz e vez nas decisões que afetam sua vida.
Ações concretas:
Conselho Estadual da Juventude fortalecido — Com poder deliberativo, composição paritária, orçamento próprio. O jovem participando das decisões.
Conferências municipais e estadual da juventude — Espaço de debate, proposição, avaliação. O jovem discutindo prioridades e cobrando resultados.
Grêmios estudantis e coletivos — Apoio à organização autônoma dos jovens nas escolas e comunidades. O jovem se organizando para lutar por seus direitos.
Orçamento participativo jovem — A comunidade jovem decidindo prioridades de investimento. Experiência que forma para a cidadania.
Educação política nas escolas — Ensinar como funciona o Estado, como se faz política, como se participa. Formar cidadãos conscientes e ativos.
Voto jovem — Estimular o alistamento eleitoral, a participação nos processos políticos, o engajamento em causas. O voto como ferramenta de transformação.
PILAR 6: INCLUSÃO E DIVERSIDADE
As políticas precisam chegar a todos os jovens, especialmente aos mais vulneráveis.
Ações concretas:
Juventude negra — Políticas de promoção da igualdade racial, combate ao racismo, valorização da cultura negra. Ações afirmativas no acesso à educação e ao trabalho.
Juventude indígena e quilombola — Respeito às culturas, educação diferenciada, apoio à permanência no território. O jovem originário com direitos garantidos.
Juventude LGBTQIA+ — Combate à discriminação, políticas de saúde específicas, acolhimento nas escolas. Respeito à diversidade sexual e de gênero.
Jovens com deficiência — Acessibilidade em todas as políticas, educação inclusiva, preparação para o trabalho. O jovem com deficiência como sujeito de direitos.
Jovens do campo — Educação no campo, apoio à permanência, incentivo à agricultura familiar. O jovem rural com oportunidades de ficar e prosperar.
Jovens em situação de vulnerabilidade — Acolhimento, proteção, oportunidades. O jovem em conflito com a lei, em situação de rua, em risco social. Ninguém pode ser deixado para trás.
PILAR 7: TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
O jovem é nativo digital. Precisa de acesso, formação, oportunidade para inovar.
Ações concretas:
Inclusão digital universal — Internet de qualidade em todas as escolas, em todas as comunidades. O jovem conectado, informado, participante.
Formação em tecnologia — Cursos de programação, robótica, inteligência artificial. O jovem preparado para as profissões do futuro.
Laboratórios makers — Espaços com impressoras 3D, cortadoras a laser, ferramentas. O jovem criando, inventando, empreendendo.
Startups juvenis — Apoio a jovens empreendedores com ideias inovadoras. Incubadoras, aceleradoras, conexão com investidores.
Prêmios de inovação jovem — Reconhecer e divulgar projetos inovadores desenvolvidos por jovens. O exemplo inspira, motiva, contamina.
Tecnologia social — O jovem usando tecnologia para resolver problemas da comunidade. Inovação com propósito social.
PILAR 8: EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO SOCIAL
O jovem não quer só emprego, quer também criar, inovar, transformar.
Ações concretas:
Educação empreendedora — Ensinar empreendedorismo desde a escola básica. O jovem aprendendo a identificar oportunidades, a planejar, a executar.
Incubadoras de negócios juvenis — Apoio a jovens que querem abrir seu próprio negócio. Espaço, mentoria, acesso a crédito.
Microcrédito orientado — Linhas especiais para jovens empreendedores, com orientação, acompanhamento, taxas acessíveis.
Feiras e mostras de empreendedorismo jovem — Espaço para expor produtos, fazer negócios, trocar experiências. O jovem mostrando seu talento.
Negócios de impacto social — Apoio a jovens que querem empreender resolvendo problemas sociais. Inovação com propósito.
Cooperativismo jovem — Formação de cooperativas juvenis, especialmente no campo. O trabalho coletivo como caminho.
PILAR 9: PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA E CULTURA DE PAZ
O jovem é a principal vítima da violência. Precisa de políticas que protejam e ofereçam alternativas.
Ações concretas:
Programas de mediação de conflitos nas escolas — Formação de jovens mediadores, círculos de paz, cultura de diálogo. A violência se aprende, a paz também.
Oportunidades nos territórios mais violentos — Onde o jovem mais morre, é onde precisa de mais investimento. Escola, cultura, esporte, trabalho. Ocupar para proteger.
Desarmamento e controle de armas — Políticas que reduzam a circulação de armas, especialmente entre jovens. Menos arma, menos morte.
Alternativas ao encarceramento — Medidas socioeducativas que realmente educam, que preparam para o futuro, que reintegram. O jovem em conflito com a lei precisa de oportunidade, não de exclusão.
Acolhimento a vítimas da violência — Jovens que perderam amigos, familiares, que sofreram violência. Apoio psicológico, grupos de acolhimento, cuidado.
Cultura de paz nas escolas e comunidades — Campanhas, projetos, ações que promovam o respeito, a tolerância, a convivência pacífica.
PILAR 10: PROTAGONISMO E LIDERANÇA JOVEM
O jovem não é só beneficiário de políticas, é protagonista. Precisa ser formado para liderar.
Ações concretas:
Escolas de liderança jovem — Programas de formação em liderança, comunicação, gestão de projetos, incidência política. O jovem preparado para ocupar espaços.
Intercâmbios e vivências — Oportunidade de conhecer outras realidades, outras culturas, outras formas de fazer. O jovem ampliando horizontes.
Prêmios para jovens líderes — Reconhecer e divulgar jovens que fazem a diferença em suas comunidades. O exemplo inspira, motiva, mobiliza.
Jovens em espaços de decisão — Garantir representação jovem em conselhos, comitês, conferências. O jovem participando onde as decisões são tomadas.
Mentoria com lideranças experientes — Conectar jovens com lideranças consolidadas, para troca, aprendizado, inspiração.
Protagonismo digital — O jovem usando as redes sociais para se expressar, para mobilizar, para transformar. Apoio e orientação para uso consciente e efetivo.
EXEMPLOS QUE INSPIRAM
| Experiência | Lição Aprendida |
|---|---|
| Programa Jovem Aprendiz no Paraná | Milhares de jovens inseridos no mercado de trabalho com direitos garantidos e formação de qualidade. Porta de entrada para muitos. |
| Fábricas de Cultura em periferias | Espaços onde jovens acessam arte, cultura, formação. Descobrem talentos, constroem carreiras, transformam realidades. |
| Escolas de tempo integral | Onde o jovem fica mais tempo, aprende mais, se desenvolve mais. Experiências exitosas que precisam ser ampliadas. |
| Grêmios estudantis atuantes | Jovens se organizando, lutando por direitos, participando da vida escolar. Formação política na prática. |
| Coletivos culturais jovens | Grupos de rap, dança, teatro, grafite ocupando espaços, produzindo cultura, dando voz à periferia. |
| Startups criadas por jovens | Negócios inovadores que geram emprego, renda, soluções. Talento jovem empreendedor. |
| Lideranças jovens nos movimentos sociais | Jovens ocupando espaços de direção, lutando por causas justas, construindo o futuro. |
// O QUE ME DIFERENCIA
Não sou político de carreira. Sou empreendedor, estudioso e movido a dados.
EMPREENDEDOR
Comecei pequeno, com um computador velho e muita vontade de fazer acontecer. Enfrentei dificuldades, ouvi muitos “nãos”, vi ideias morrerem por falta de apoio. Mas também encontrei pessoas que acreditaram, portas que se abriram, oportunidades que aproveitei. Sei o valor de uma chance.
DATA DRIVEN
Minhas propostas são construídas com base em dados, diagnósticos técnicos e evidências. Conheço os números do desemprego jovem, da evasão escolar, da violência que atinge a juventude. Decisões baseadas em informação, não em achismo.
ESTUDIOSO
Estudei as regras, aprendi sobre seus direitos e me preparei para não ser enganado. Conhecimento técnico para tomar as melhores decisões para a juventude.
VISÃO DE LONGO PRAZO
Não penso só na próxima eleição. Planejo para os próximos 10, 20 anos. Os jovens de hoje serão os líderes de amanhã. Investir neles é garantir o futuro do Paraná.
COMPROMISSO COM A VERDADE
Não prometo o que não posso cumprir. Entrego resultados. Transparência radical em tudo o que faço.
ESCUTA ATIVA
Conversei com jovens de todas as regiões do Paraná. Vi talentos incríveis se perderem porque não tiveram chance. Vi potências imensas nunca se realizarem porque a sociedade virou as costas. Minha voz é a soma de muitas vozes.
O COMPROMISSO DE LEANDRO
“Falo sobre juventude com a convicção de quem acredita no poder transformador das novas gerações. Minha própria trajetória é prova do que um jovem com oportunidades pode fazer. Aprendi que talento não falta, falta oportunidade. Que sonho não falta, falta apoio. Que vontade não falta, falta caminho. Meu compromisso é com a educação que prepara para a vida, com o trabalho e renda, com a saúde integral, com a cultura e o esporte, com a participação e cidadania. Vou lutar para que nenhum jovem paranaense seja desperdiçado. Para que cada um tenha oportunidade de estudar, trabalhar, sonhar, realizar. Juventude não é problema, é solução. Não é peso, é potência. Não é futuro distante, é presente em ação.”
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LEANDRO CAZAROTO
Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador.