Meu Primeiro Voto: Lembranças e a importância do voto consciente
Leandro Cazaroto relembra sua primeira experiência nas urnas e reflete sobre como o voto consciente pode transformar o Paraná nas eleições de 2026.
Introdução
Você se lembra do seu primeiro voto? Daquele momento em que, pela primeira vez, você segurou o título de eleitor nas mãos e sentiu que, finalmente, poderia participar das decisões do seu país, do seu estado, da sua cidade?
Eu me lembro como se fosse hoje.
Era uma época diferente, sem tanta informação disponível, sem redes sociais, sem internet no bolso. Minha primeira vez nas urnas foi um misto de ansiedade, orgulho e, confesso, certa dose de insegurança. Afinal, como escolher bem se a gente ainda está aprendendo como funciona?
Neste artigo, quero compartilhar com vocês a memória do meu primeiro voto e, mais importante, refletir sobre como o voto consciente continua sendo a ferramenta mais poderosa que nós, cidadãos, temos para construir o Paraná que queremos.
“Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos e já passei por diferentes ofícios como lojista, comerciante, corretor e perito avaliador, aprendi que escolhas bem feitas fazem toda diferença. E na política não é diferente.”
O cenário da minha primeira eleição
Corria o ano de 1994, e eu era um jovem cheio de sonhos, começando minha trajetória profissional. Naquela época, não existia WhatsApp, nem Instagram, nem Google. A informação chegava pelo jornal impresso, pelo rádio e pelos programas de televisão.
Lembro de pegar o título de eleitor recém-saído, aquele documento de papel com foto 3×4, e sentir um misto de orgulho e responsabilidade. Pela primeira vez, eu teria voz. Pela primeira vez, eu poderia escolher.
Mas vinha a pergunta: como escolher?
Naquela época, a gente dependia muito mais dos debates na TV, das conversas de família, dos comentários dos vizinhos e, principalmente, do famoso “santinho” que os candidatos distribuíam nas ruas.
Hoje, olhando para trás, percebo o quanto meu voto era influenciado por fatores superficiais. Quem fazia a promessa mais bonita? Quem tinha o sorriso mais cativante na propaganda? Quem era mais conhecido?
Faltava profundidade. Faltava informação de qualidade. Faltava, acima de tudo, consciência.
A descoberta do voto como ferramenta de transformação
Com o passar dos anos, e especialmente com minha entrada no mundo dos negócios e dos projetos sociais, fui entendendo algo fundamental: o voto não é apenas um direito. É uma ferramenta de transformação.
Cada vez que você deposita seu voto na urna, está, na verdade, fazendo uma escolha sobre:
- Que tipo de educação seus filhos vão ter
- Que tipo de saúde sua família vai acessar
- Que tipo de segurança vai existir na sua rua
- Que tipo de moradia será prioridade no estado
- Que tipo de emprego será gerado na sua região
No meu caso, conforme fui atuando como lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, comecei a enxergar na prática como as decisões políticas impactavam diretamente minha vida e a vida das pessoas ao meu redor.
Via de perto:
- Como a falta de planejamento urbano encarecia os imóveis
- Como a burocracia impedia a regularização fundiária
- Como a falta de infraestrutura desvalorizava bairros inteiros
- Como a ausência de políticas públicas deixava famílias sem moradia digna
- Como a falta de apoio ao pequeno comércio matava negócios locais
E aí veio o estalo: se o voto é que escolhe quem vai tomar as decisões, então o voto é a origem de tudo. Um voto mal escolhido, sem consciência, sem informação, pode significar anos de atraso. Um voto bem escolhido, consciente, informado, pode abrir portas para o desenvolvimento.
O que aprendi sobre escolhas no mercado imobiliário
No mercado imobiliário, aprendi que escolhas ruins custam caro. Quem compra um imóvel sem pesquisar, sem avaliar, sem entender o que está fazendo, pode acabar com um problema enorme nas mãos.
Com o voto é a mesma coisa.
Escolher um candidato sem conhecer sua história, suas propostas, sua trajetória, é como comprar um imóvel sem visitar, sem avaliar a documentação, sem verificar a vizinhança. Pode dar certo? Pode. Mas as chances de dar errado são enormes.
Foi com essa mentalidade que comecei a encarar a política de forma diferente. Não como torcida, não como paixão cega, mas como escolha racional baseada em informação e análise.
As 10 perguntas que aprendi a fazer (e você também pode fazer)
Com base na minha experiência nos negócios e na vida, desenvolvi um hábito: antes de escolher um candidato, faço perguntas. E são essas perguntas que quero compartilhar com você, para que seu voto em 2026 seja o mais consciente possível.
1. Quem é essa pessoa?
Não basta saber o nome e o número. É preciso conhecer a história. De onde veio? O que fez na vida? Quais são seus valores? Tem experiência no que promete?
2. O que ela já fez?
Promessas são fáceis. Realizações são concretas. O que esse candidato já fez pela comunidade? Já trabalhou, já empreendeu, já ajudou, já lutou por alguma causa?
3. Quem está apoiando?
Político não é ilha. Quem está por trás da candidatura? Quais grupos apoiam? Quais empresários? Quais lideranças? Isso diz muito sobre como ele vai governar.
4. As propostas são realistas?
Prometer mundos e fundos é fácil. Mas as propostas são viáveis? Têm orçamento? Têm fundamento técnico? Ou são apenas frases bonitas para ganhar voto?
5. O candidato conhece a realidade?
Já conversei com muitos políticos que não faziam ideia dos problemas reais da população. O candidato sabe o que acontece no seu bairro? Na sua cidade? No seu trabalho?
6. Qual o caráter?
Pode parecer subjetivo, mas é fundamental. O candidato tem fama de honesto? Sua trajetória é limpa? Já respondeu a processos? Sua palavra tem valor?
7. Como gasta o dinheiro?
Se for candidato com mandato, como gastou o dinheiro público? Se for empresário, como trata funcionários e clientes? A forma como alguém lida com dinheiro diz muito.
8. Sabe ouvir?
Político que só fala e não escuta é político que não representa. O candidato demonstra capacidade de ouvir, de dialogar, de incorporar ideias diferentes?
9. Tem compromisso com a transparência?
O candidato se compromete a prestar contas? A mostrar onde está, o que faz, como vota? Transparência não é favor, é obrigação.
10. Representa meus valores?
No fim das contas, a pergunta mais importante: esse candidato representa o que eu acredito? Defende as causas que defendo? Tem os valores que considero importantes?
“Essas perguntas eu aprendi a fazer na prática, como lojista avaliando fornecedores, como corretor avaliando imóveis, como perito avaliador analisando situações. E hoje aplico na política. Porque escolher um representante é a decisão mais importante que um cidadão pode tomar.”
A evolução do meu voto ao longo dos anos
Meu primeiro voto foi ingênuo. O segundo, um pouco mais informado. Com o tempo, fui aprendendo, errando, acertando, e hoje encaro o voto com a seriedade que ele merece.
Essa evolução me ensinou algumas lições:
- Ninguém nasce sabendo votar. A gente aprende. E aprender exige humildade para reconhecer erros passados.
- Informação é poder. Quanto mais você busca, melhor escolhe.
- Voto não se vende. Quem troca voto por benefício imediato perde a chance de conquistas duradouras.
- Política é sobre futuro. Não sobre o que vão te dar agora, mas sobre o mundo que você quer para seus filhos.
- Seu voto é seu. Não é do patrão, não é do padre, não é do líder comunitário. É seu. Use com consciência.
O que está em jogo em 2026
As eleições de 2026 serão decisivas para o Paraná. Estaremos escolhendo quem vai:
- Decidir os rumos da educação pública
- Fiscalizar o dinheiro do estado
- Propor leis que afetam nossa vida
- Destinar recursos para nossas cidades
- Representar nossa voz na Assembleia
E, no meu caso específico, quero estar lá para defender causas que conheço profundamente:
- Moradia digna para quem mais precisa
- Infraestrutura urbana que valoriza bairros e melhora a vida
- Regularização fundiária para dar segurança a milhares de famílias
- Geração de emprego através do fortalecimento do mercado imobiliário e da construção civil
- Transparência pública para que cada centavo seja bem gasto
Mas nada disso será possível se o eleitor não fizer sua parte. E a parte do eleitor é uma só: escolher bem.
Meu convite a você
Se tem uma coisa que eu aprendi como lojista, comerciante, corretor e perito avaliador, é que escolhas bem feitas evitam dores de cabeça. E na política, a dor de cabeça de uma escolha errada não é só sua. É da sua família, do seu bairro, da sua cidade, do seu estado.
Por isso, meu convite a você é simples:
- Pesquise antes de escolher. Não se contente com a primeira informação.
- Desconfie de promessas milagrosas. Ninguém resolve problemas complexos com frases de efeito.
- Exija propostas concretas, realistas, bem fundamentadas.
- Olhe a trajetória, não só o discurso.
- Escolha com a razão e com o coração, mas nunca só com o coração.
Para você que leu até aqui
Se você chegou até este ponto, é porque se importa. Se importa com seu voto, com seu estado, com seu futuro. E isso já nos conecta.
Minha pergunta para você: Você se lembra do seu primeiro voto? Como foi aquela experiência? O que mudou na forma como você escolhe seus candidatos ao longo dos anos?
Deixe sua resposta nos comentários. Vamos construir juntos uma conversa sobre a importância do voto consciente e trocar experiências que possam ajudar outros eleitores.
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*Artigo produzido em março de 2026. Leandro Cazaroto é lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, e pré-candidato a deputado estadual pelo Paraná nas eleições de 2026.*