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Erros e Aprendizados: Lições da vida pessoal e profissional que levo para a campanha

Erros e Aprendizados: Lições da vida pessoal e profissional que levo para a campanha

 Leandro Cazaroto, pré-candidato a deputado estadual, compartilha os tropeços do caminho e como cada um deles o preparou para representar o povo do Paraná.


Introdução

Vivemos em uma época onde todo mundo parece perfeito nas redes sociais. Sorrisos ensaiados, vidas impecáveis, trajetórias sem falhas. Mas a vida real não é assim. A vida real é feita de acertos e erros, de vitórias e derrotas, de aprendizados que só vêm quando a gente cai e levanta.

Eu não sou diferente.

Aos 49 anos, depois de uma trajetória como lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, posso dizer com tranquilidade: errei muito. E, mais importante, aprendi muito com cada erro.

Neste artigo, quero compartilhar alguns desses erros e, principalmente, o que eles me ensinaram. Porque acredito que um bom representante não é aquele que nunca errou, mas aquele que aprendeu com os erros e se tornou melhor por causa deles.

“Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos, aprendi que o valor de um homem não está em nunca cair, mas em sempre se levantar. E são esses aprendizados que levo para a campanha.”


O primeiro grande erro: confiar sem verificar

Quando comecei como comerciante, ainda jovem e inexperiente, cometi um erro clássico: confiar demais sem verificar.

Um fornecedor apareceu com uma oferta imperdível. Preços muito abaixo do mercado, condições excelentes, prazo generoso. A pessoa era simpática, falava bem, passava confiança. Fechei negócio de olhos fechados.

O resultado? Produtos de qualidade duvidosa, prazo de entrega estourado e, no fim, um prejuízo que quase quebrou meu pequeno negócio.

O que aprendi:

  • Confiança não se dá, se conquista
  • O barato pode sair muito caro
  • Verificar, pesquisar, confirmar não é desconfiança, é inteligência
  • Pessoa simpática não é sinônimo de pessoa honesta

“Esse erro me custou caro, mas me ensinou uma lição que levo para a política: promessas bonitas precisam ser verificadas. Discurso fácil merece desconfiança. É preciso olhar a trajetória, não só as palavras.”


O erro de não ouvir o cliente

Outro erro marcante aconteceu quando eu já atuava como corretor de imóveis. Achava que sabia tudo, que entendia do mercado, que podia decidir pelo cliente sem ouvi-lo direito.

Certa vez, insisti para que um casal comprasse um imóvel que eu considerava perfeito. Localização boa, tamanho adequado, preço justo. Só tinha um problema: não era o que eles queriam.

Eles tentaram explicar, mas eu, na minha prepotência, continuei empurrando. Resultado: não venderam comigo, compraram com outro corretor e eu perdi não só a comissão, mas a confiança daquelas pessoas.

O que aprendi:

  • O cliente sempre sabe o que quer (mesmo que não saiba explicar)
  • Nosso papel é ouvir, entender e oferecer soluções, não impor vontades
  • Humildade para ouvir vale mais que qualquer técnica de vendas
  • Cada pessoa tem uma história, um sonho, uma necessidade única

“Na política, aprendi a mesma lição: não posso chegar nas comunidades achando que sei o que elas precisam. Preciso ouvir. Preciso entender. Preciso respeitar. Só assim posso representar de verdade.”


O erro de não documentar

Como perito avaliador, aprendi da pior forma a importância da documentação. Num trabalho que parecia simples, deixei de registrar uma informação crucial. Confiei na memória, no “vou lembrar depois”.

Não lembrei. O laudo saiu incompleto, gerou questionamentos, colocou em dúvida meu trabalho e quase me custou a credibilidade profissional.

O que aprendi:

  • Memória é traiçoeira
  • O que não está registrado não existe
  • Profissionalismo exige registro, documentação, formalidade
  • Um erro pequeno pode gerar consequências enormes

“Hoje, na política, sou obcecado por registros. Cada conversa, cada demanda, cada compromisso – tudo anotado. Porque a palavra é importante, mas o registro é garantia.”


O erro de querer agradar todo mundo

No comércio, tive a mania de querer agradar todos os clientes, todos os fornecedores, todos os funcionários. Resultado: agradava ninguém. Quem quer agradar todo mundo acaba não agradando ninguém.

Lembro de uma situação onde tentei atender um pedido especial de um cliente, mas isso atrasou o atendimento de outros. No fim, o cliente especial ficou insatisfeito com o resultado e os outros ficaram bravos com a demora.

O que aprendi:

  • É impossível agradar todo mundo
  • Decisões precisam ser tomadas com critério, não com vontade de agradar
  • Priorizar é necessário, mesmo que isso desagrade alguns
  • Autenticidade vale mais que popularidade

“Na política, essa lição é fundamental. Vou ter que tomar decisões que desagradam alguns para beneficiar muitos. E está tudo bem. O importante é decidir com justiça e transparência.”


O erro de subestimar a burocracia

Quando comecei no mercado imobiliário, subestimei a burocracia. Achava que as coisas eram mais simples, que dava para “dar um jeito”, que a papelada era detalhe.

Até que uma negociação importantíssima travou por falta de um documento. O cliente desistiu, o negócio desandou, e eu aprendi da pior forma que burocracia existe por um motivo.

O que aprendi:

  • A burocracia protege tanto o profissional quanto o cliente
  • Pular etapas pode dar certo hoje, mas dá errado amanhã
  • Documentação em dia é a base de qualquer negócio sério
  • Pressa é inimiga da perfeição (e da segurança)

“Hoje, quando vejo famílias sofrendo para regularizar imóveis, entendo a dor delas. Mas também sei que a solução não é ignorar a burocracia, é torná-la mais simples e acessível. É nisso que quero trabalhar.”


O erro de não delegar

Durante muito tempo, achei que podia fazer tudo sozinho. Atender clientes, fechar negócios, cuidar da papelada, administrar a empresa. Resultado: esgotamento, estresse e tarefas mal feitas.

Até que um dia, quase tive um problema de saúde por excesso de trabalho. Foi o alerta que eu precisava.

O que aprendi:

  • Ninguém faz tudo bem sozinho
  • Delegar não é fraqueza, é inteligência
  • Confiar na equipe é essencial para crescer
  • Cuidar de si mesmo é pré-requisito para cuidar dos outros

“Na política, aprendi que um mandato não se faz sozinho. Preciso de uma equipe competente, de parceiros comprometidos, de pessoas que compartilhem dos mesmos valores. Sozinho, vou rápido. Juntos, vamos longe.”


O erro de não pedir ajuda

Ligado ao erro anterior, tinha dificuldade de pedir ajuda. Achava que isso era sinal de fraqueza, de incapacidade. Preferia me enrolar sozinho a admitir que precisava de apoio.

Até que um amigo, o Eli, me disse uma frase que nunca esqueci:

“Leandro, pedir ajuda não é vergonha. Vergonha é afundar sozinho e não deixar ninguém te salvar.”

O que aprendi:

  • Pedir ajuda é sinal de sabedoria, não de fraqueza
  • As pessoas gostam de ajudar – a gente é que não deixa
  • Uma visão externa pode enxergar soluções que a gente não vê
  • Sozinho a gente sofre; acompanhado a gente supera

“Na campanha, tenho pedido ajuda constantemente. De especialistas, de lideranças, de pessoas comuns. Cada ajuda me fortalece e me prepara melhor para representar.”


O erro de não celebrar as vitórias

Sempre fui muito focado no próximo objetivo, no próximo desafio, na próxima meta. Conquistava algo e já partia para a próxima, sem comemorar, sem reconhecer, sem agradecer.

Com o tempo, percebi que isso me tornava uma pessoa insatisfeita, sempre correndo atrás do próximo horizonte sem aproveitar a paisagem.

O que aprendi:

  • Celebrar as vitórias (mesmo as pequenas) é essencial
  • Reconhecer o caminho percorrido dá força para seguir
  • Gratidão não é só para os outros, é para si mesmo
  • A vida não é só chegada, é também a jornada

“Na política, quero lembrar de celebrar cada conquista, cada avanço, cada pequena vitória. Porque são elas que nos dão energia para continuar lutando.”


O erro de levar críticas para o lado pessoal

No começo da minha carreira, qualquer crítica me abalava. Levava para o lado pessoal, ficava remoendo dias, perdia o sono. Achava que críticas eram ataques, não oportunidades.

Até que um cliente, ao fazer uma reclamação, me disse:

“Não estou te atacando, estou tentando te ajudar. Se você não ouvir, vai continuar errando.”

O que aprendi:

  • Crítica não é ataque, é oportunidade de melhoria
  • Separar a pessoa do profissional é essencial
  • Ouvir com humildade transforma fraquezas em fortalezas
  • O cliente (e o eleitor) tem sempre algo a ensinar

“Na política, tenho ouvido críticas de todos os lados. Umas construtivas, outras nem tanto. Mas todas me ensinam algo. E sigo aprendendo.”


O que todos esses erros me ensinaram

Se eu fosse resumir em poucas palavras o que aprendi com todos esses erros, diria:

Errar não é o problema. O problema é não aprender.

Cada erro que cometi me tornou:

  • Mais humilde
  • Mais cauteloso
  • Mais ouvido
  • Mais preparado
  • Mais humano

E é exatamente essa bagagem que quero levar para a Assembleia Legislativa. Não como alguém que nunca errou, mas como alguém que errou, aprendeu e se tornou melhor por causa disso.


Como isso se aplica à política

Você deve estar se perguntando: o que erros no comércio, na corretagem, na avaliação têm a ver com política?

Tudo a ver.

A política é feita de:

  • Confiança – e eu aprendi que confiança se conquista, não se impõe
  • Escuta – e eu aprendi que ouvir é mais importante que falar
  • Decisões difíceis – e eu aprendi que não dá para agradar todo mundo
  • Processos e regras – e eu aprendi que burocracia tem sentido
  • Trabalho em equipe – e eu aprendi que sozinho não vou longe
  • Humildade – e eu aprendi que pedir ajuda é inteligente
  • Resiliência – e eu aprendi que cair e levantar faz parte

Cada erro na vida pessoal e profissional foi uma aula. E cada aula me preparou para este momento: o de pedir sua confiança para representar o Paraná.


Para você que leu até aqui

Se você chegou até este ponto, já sabe: não sou perfeito. Errei, aprendi, sigo em frente. E é exatamente essa humanidade que me conecta com você.

Minha pergunta para você: Qual foi o erro que mais te ensinou na vida? O que você aprendeu com ele e como isso te tornou melhor?

Deixe sua resposta nos comentários. Vamos construir juntos uma reflexão sobre como os erros nos preparam para desafios maiores.


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*Artigo produzido em março de 2026. Leandro Cazaroto é lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, e pré-candidato a deputado estadual pelo Paraná nas eleições de 2026.*

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