Over 10 years we help companies reach their financial and branding goals. Engitech is a values-driven technology agency dedicated.

Gallery

Contacts

411 University St, Seattle, USA

engitech@oceanthemes.net

+1 -800-456-478-23

Uncategorized
Dengue no Paraná: municípios mais afetados, causas e o que o estado pode fazer diferente

Dengue no Paraná: municípios mais afetados, causas e o que o estado pode fazer diferente

A epidemia que volta todos os anos — e a sensação de que nada muda


Todo ano é a mesma história.

A chegada do verão. As chuvas. O calor. E, junto com eles, a dengue.

O Paraná já convive com a doença há décadas. Os picos se repetem. Os municípios mais afetados são sempre os mesmos. As mortes acontecem. As campanhas são lançadas. Os agentes de endemias vão de casa em casa. E, no ano seguinte, tudo recomeça.

Por que, depois de tantos anos de epidemia, o estado ainda não consegue controlar a dengue?

Por que os mesmos municípios aparecem no topo do ranking de casos todos os anos?

A resposta é: porque o estado trata a dengue como problema sazonal — não como política pública permanente.


Os números da última epidemia

Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná registrou dezenas de milhares de casos de dengue nos últimos anos. Centenas de mortes. Dezenas de municípios em situação de epidemia.

Os municípios mais afetados, ano após ano, são:

Noroeste: Paranavaí, Loanda, Terra Rica, Santo Antônio do Caiuá, Colorado.

Norte: Londrina, Apucarana, Arapongas, Rolândia, Cambé.

Oeste: Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Medianeira.

Norte Pioneiro: Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Bandeirantes.

Região Metropolitana de Curitiba: Colombo, Pinhais, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande.

O que esses municípios têm em comum? Calor intenso no verão. Acúmulo de água parada. Crescimento urbano desordenado. E, muitas vezes, saneamento básico precário.


Por que a dengue volta todo ano?

Falta de saneamento

O mosquito Aedes aegypti se reproduz em água parada. E água parada é abundante onde não há coleta adequada de lixo, onde a drenagem é precária, onde as caixas d’água são mal vedadas.

O investimento em saneamento básico é baixo. A dengue é a conta que chega depois.

Crescimento urbano sem planejamento

Bairros novos, ocupações irregulares, loteamentos sem infraestrutura. O poder público não fiscaliza. O morador improvisa. O lixo se acumula. A água empoça. O mosquito se multiplica.

Campanhas sazonais, não permanentes

O estado faz campanha no verão, quando a epidemia já começou. Agente de endemias entra de férias no fim do ano — justamente no período de maior risco. A força de trabalho não é dimensionada para o pico da demanda.

Resistência do inseticida

O mosquito já desenvolveu resistência a alguns inseticidas usados pelo poder público. O estado não atualiza o protocolo. A borracha não mata mais como antes.

Falta de educação continuada

A população sabe que precisa evitar água parada. Mas o conhecimento não se traduz em ação consistente. Porque não há programa permanente nas escolas, nas empresas, nas comunidades. A mensagem aparece na TV em janeiro — e some em março.


Para mim, Leandro Cazaroto, isso é falta de prioridade

Atuo no mercado imobiliário há anos e vejo de perto a relação entre planejamento urbano e saúde pública.

Loteamento que é aprovado sem sistema de drenagem — vai alagar. Vai acumular água. Vai ter dengue.

Bairro que cresce sem coleta regular de lixo — vai ter entulho em terreno baldio. Vai ter vaso sanitário quebrado acumulando água. Vai ter dengue.

Cidade que não investe em saneamento — vai escoar esgoto a céu aberto. Vai ter dengue.

O estado não fiscaliza os municípios. Não condiciona repasses à melhoria dos indicadores de saneamento e de combate à dengue. E a doença volta todo ano.

Não é fatalidade. É escolha.


O que o estado pode fazer diferente

Plano estadual permanente de combate à dengue

Não mais campanhas de verão. Um plano anual, com metas trimestrais, equipe dedicada, orçamento garantido.

Vinculação de repasses a resultados

O repasse de recursos estaduais para os municípios precisa estar vinculado à redução dos índices de infestação do mosquito. Quem não age, não recebe.

Força-tarefa no período de risco

No fim do ano, quando os casos começam a subir, o estado precisa reforçar os municípios com agentes volantes, equipamentos e inseticida de última geração. Não pode esperar a epidemia explodir.

Campanha permanente nas escolas

A educação contra a dengue precisa começar na infância. Todo ano letivo, uma semana de combate ao Aedes. Com atividades, mutirões, visitas a imóveis abandonados.

Saneamento como política de saúde

O estado precisa investir pesado em saneamento básico — e cobrar contrapartida dos municípios. Cada real em saneamento é um real economizado em tratamento de dengue.

Fiscalização de imóveis abandonados

Terreno baldio com lixo e água parada é criadouro do mosquito. O estado pode apoiar os municípios na fiscalização e multa — e, em último caso, intervir.


O compromisso de Leandro Cazaroto

Como pré-candidato a deputado estadual em 2026, minha missão é cobrar que o estado trate a dengue como emergência permanente — não como repeteco anual.

Vou propor um plano estadual de combate à dengue com metas anuais de redução de casos e mortes, equipe dedicada e orçamento garantido.

Vou fiscalizar os repasses aos municípios — para que sejam condicionados a resultados, não a promessas.

Vou cobrar que o estado lidere um programa de saneamento básico nos municípios mais afetados, com investimento direto e prazo de execução.

E vou denunciar onde o dinheiro existe, mas a gestão é incompetente.

A dengue mata. Mata gente pobre, que mora em área sem saneamento. Mata idoso, que tem a imunidade mais frágil. Mata criança, que desidrata rápido.

Essas mortes são evitáveis. E evitá-las depende de quem cobra.


Faça parte dessa construção

Você já teve dengue? Alguém da sua família já ficou grave? Na sua cidade, a dengue volta todo ano ou o poder público conseguiu controlar?

Compartilhe este artigo com seus vizinhos, amigos e familiares. Quanto mais gente cobrar ações permanentes contra a dengue, maior a pressão para que o estado saia do piloto automático.

Siga Leandro Cazaroto nas redes sociais e acompanhe as propostas para saúde, saneamento e infraestrutura urbana no Paraná.


Pergunta para você, que leu até aqui:

Na sua cidade, o que mais falta para controlar a dengue: saneamento básico, coleta de lixo, campanhas educativas, agentes de endemias ou fiscalização de imóveis abandonados? Deixe sua resposta nos comentários. Sua experiência ajuda a construir uma pauta mais forte para as eleições 2026.


Juntos, podemos fazer do combate à dengue uma política de verdade — não uma promessa de verão.

Author

leandrocazarotodep

Leave a comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Isso vai fechar em 0 segundos