Como vamos gerar mais emprego e renda para o paranaense? Foco em pequenas e médias empresas
Leandro Cazaroto, pré-candidato a deputado estadual, apresenta propostas concretas para fortalecer o empreendedorismo, apoiar pequenos negócios e criar oportunidades de trabalho no Paraná.
Introdução
Se tem uma pergunta que ouço em cada cidade, em cada bairro, em cada conversa que tenho pelo Paraná, é esta: “Leandro, como vamos conseguir um emprego digno? Como vamos empreender sem tanto medo?”
Não é uma pergunta simples. E não tem resposta mágica. Mas depois de 49 anos de vida, atuando como lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, aprendi algumas coisas sobre geração de emprego e renda.
Aprendi que são as pequenas e médias empresas que movem a economia real. Não são os grandes conglomerados, não são as multinacionais. São os pequenos negócios de bairro, as lojas de família, os prestadores de serviço locais, os empreendedores que arriscam tudo para realizar um sonho.
E aprendi também que o poder público pode ajudar – ou atrapalhar. Burocracia excessiva, impostos altos, falta de crédito, ausência de apoio – tudo isso mata negócios e, com eles, empregos e sonhos.
Neste artigo, quero compartilhar minhas propostas para gerar mais emprego e renda no Paraná, com foco no que realmente funciona: apoiar quem empreende.
“Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos e já passei pelo comércio, sei na prática o que é enfrentar os desafios de empreender no Brasil. E é essa experiência que quero levar para a Assembleia.”
O diagnóstico: a realidade das pequenas e médias empresas no Paraná
Antes de falar em soluções, precisamos entender os desafios. O Paraná tem um dos melhores ambientes de negócios do país, mas os pequenos empresários ainda enfrentam dificuldades enormes.
Dados importantes (fontes: Sebrae, IBGE, Fecomércio PR):
- As micro e pequenas empresas representam mais de 99% dos negócios no Paraná
- São responsáveis por cerca de 50% dos empregos formais no estado
- Mas taxa de mortalidade é alta: muitas fecham antes de 2 anos de atividade
- Principais causas: falta de crédito, burocracia, carga tributária, falta de clientes
- O comércio local sofre com a concorrência de grandes redes e do comércio online
- Muitos empreendedores não têm acesso a informação e capacitação de qualidade
“Como comerciante, sei o que é acordar cedo, abrir as portas e torcer para o movimento pagar as contas. Como corretor, vi muitos pequenos negócios fecharem as portas por falta de apoio. Essa realidade precisa mudar.”
Proposta 1: Desburocratização e simplificação
Um dos maiores inimigos do pequeno empresário é a burocracia. Abrir uma empresa, manter a documentação em dia, pagar impostos, cumprir obrigações acessórias – tudo isso consome tempo e dinheiro que poderiam ser investidos no negócio.
O que precisa mudar:
Simplificação do processo de abertura
Abrir uma empresa no Brasil ainda é um pesadelo burocrático. Mesmo com avanços, muitos pequenos empreendedores desistem antes de começar.
Proposta: Ampliar e fortalecer a Rede Simples no Paraná, com meta de reduzir para menos de 24 horas o tempo de abertura de empresas. Criar postos de atendimento integrado nas principais cidades do estado.
Alvará permanente
Muitos empresários precisam renovar alvarás anualmente, enfrentando a mesma burocracia todo ano. Isso precisa acabar.
Proposta: Instituir o alvará permanente para empresas de baixo risco, com validade indeterminada e renovação apenas em caso de mudanças significativas.
Redução da burocracia trabalhista
As obrigações trabalhistas consomem tempo precioso dos pequenos empresários. Folhas de pagamento, guias, declarações – tudo isso poderia ser simplificado.
Proposta: Criar um programa de simplificação trabalhista para micro e pequenas empresas, com orientação gratuita e modelos padronizados.
Licenciamento simplificado
Para negócios de baixo risco, o licenciamento poderia ser muito mais simples. Uma padaria não precisa do mesmo nível de exigência que uma indústria química.
Proposta: Revisão da classificação de risco das atividades econômicas, com licenciamento automático para atividades de baixo risco.
“A burocracia não protege ninguém. Só atrapalha quem quer trabalhar honestamente. Vamos simplificar para empreender.”
Proposta 2: Acesso a crédito e financiamento
A falta de crédito é uma das principais causas de mortalidade das pequenas empresas. Bancos exigem garantias que o pequeno empresário não tem, juros são altos, linhas específicas são escassas.
O que precisa mudar:
Fundo de aval estadual
A principal dificuldade para obter crédito é a falta de garantias. O estado pode ajudar oferecendo aval para pequenos negócios.
Proposta: Criar o Fundo de Aval Paranaense (FAP), garantindo empréstimos para micro e pequenas empresas que não têm garantias reais.
Linhas de crédito específicas
Não adianta oferecer as mesmas condições para todos. É preciso linhas específicas para cada tipo de negócio.
Proposta: Estruturar, em parceria com a Fomento Paraná e bancos parceiros, linhas de crédito específicas para:
- Capital de giro para pequenos comércios
- Investimento para indústrias
- Inovação para startups
- Reforma e ampliação para prestadores de serviço
Microcrédito produtivo
Pequenos empreendedores informais, ambulantes, artesãos – muitas vezes não conseguem nem o primeiro empréstimo.
Proposta: Ampliar os programas de microcrédito produtivo orientado, com taxas acessíveis e acompanhamento técnico.
Equalização de juros
O estado pode usar recursos do orçamento para reduzir os juros pagos pelos pequenos empresários.
Proposta: Programa de equalização de juros, onde o estado complementa parte dos juros para reduzir o custo final do crédito.
“Sem crédito, o negócio não cresce. Sem garantia, o crédito não vem. O estado pode ser essa ponte. Vamos construir juntos.”
Proposta 3: Capacitação e apoio técnico
Muitos pequenos empresários são excelentes no que fazem, mas têm dificuldade na gestão do negócio. Controle financeiro, marketing, gestão de pessoas – tudo isso é essencial e nem sempre é dominado.
O que precisa mudar:
Ampliação do Sebrae e parceiros
O Sebrae já faz um excelente trabalho, mas atende apenas uma fração dos pequenos negócios. É preciso ampliar.
Proposta: Firmar parceria com o Sebrae para ampliar a oferta de cursos e consultorias, com meta de atender 100 mil pequenos empresários por ano.
Escolas de negócios regionais
Cada região tem suas particularidades. O que funciona no agronegócio do oeste não é o mesmo que funciona no comércio da capital.
Proposta: Criar núcleos regionais de capacitação empresarial, adaptados à realidade de cada região do estado.
Mentorias para empreendedores
Nada substitui a troca de experiência com quem já passou pelos mesmos desafios. Programas de mentoria podem fazer a diferença.
Proposta: Estruturar um programa de mentoria voluntária, conectando empreendedores experientes com quem está começando.
Formação digital
O mundo mudou. Quem não entende de marketing digital, vendas online, redes sociais, fica para trás.
Proposta: Oferecer cursos gratuitos de capacitação digital para pequenos empresários, com foco em vendas online, presença digital e gestão de redes sociais.
“Conhecimento é o melhor investimento. Vamos levar capacitação de qualidade para quem mais precisa.”
Proposta 4: Incentivos fiscais inteligentes
Impostos no Brasil são altos e complexos. Mas o estado pode fazer sua parte para aliviar a carga de quem empreende e gera emprego.
O que precisa mudar:
Ampliação do Simples Nacional
O Simples Nacional foi uma revolução para as pequenas empresas, mas ainda tem limitações. Muitos negócios crescem e são excluídos do regime.
Proposta: Atuar no Congresso e na Assembleia para defender a ampliação dos limites do Simples Nacional e a redução das alíquotas para setores estratégicos.
Incentivo à formalização
Muitos negócios permanecem na informalidade por medo dos impostos. É preciso criar incentivos para a formalização.
Proposta: Programa de transição para a formalidade, com redução gradual de impostos nos primeiros anos e apoio técnico gratuito.
Desoneração de setores estratégicos
Alguns setores têm potencial enorme de gerar emprego, mas são sufocados por impostos. Construção civil, comércio, serviços.
Proposta: Estudo setorial para identificar atividades com maior potencial de geração de emprego e propor desonerações específicas.
Compensação por geração de emprego
Quem gera emprego merece reconhecimento. O estado pode oferecer benefícios fiscais para empresas que ampliarem seu quadro de funcionários.
Proposta: Programa de incentivo à contratação, com redução de ICMS ou outros tributos estaduais para empresas que aumentarem o número de empregados.
“Imposto justo é aquele que não mata o negócio. Vamos trabalhar por uma carga tributária que não impeça ninguém de empreender.”
Proposta 5: Compras públicas e mercado local
O estado é um grande comprador. Mas muitas vezes, o dinheiro público vai para grandes empresas de fora, enquanto o pequeno negócio local fica de fora.
O que precisa mudar:
Preferência para pequenas empresas
A lei já prevê tratamento diferenciado para micro e pequenas empresas nas compras públicas. Mas na prática, isso nem sempre acontece.
Proposta: Fortalecer a aplicação da lei de compras públicas, com metas claras de participação de pequenos negócios locais nas licitações.
Capacitação para vender ao estado
Muitos pequenos empresários nem sabem como participar de licitações. A burocracia e a falta de informação afastam quem poderia vender para o governo.
Proposta: Programa de capacitação para pequenas empresas sobre como vender para o estado, com orientação passo a passo.
Compras da agricultura familiar
O Paraná tem uma agricultura familiar forte, que poderia fornecer alimentos para escolas, hospitais, presídios.
Proposta: Ampliar o programa de compras da agricultura familiar, garantindo mercado para pequenos produtores e alimentação de qualidade para a população.
Feiras e eventos locais
O poder público pode apoiar a realização de feiras e eventos que movimentem a economia local e deem visibilidade aos pequenos negócios.
Proposta: Apoio técnico e financeiro para a realização de feiras de empreendedores em todas as regiões do estado.
“O dinheiro público circulando na economia local gera mais emprego e desenvolvimento. Vamos fazer esse dinheiro trabalhar por nós.”
Proposta 6: Inovação e tecnologia para pequenos negócios
A tecnologia pode ser uma grande aliada do pequeno empresário, mas muitos não têm acesso ou não sabem usar.
O que precisa mudar:
Centros de inovação regionais
Não adianta ter tecnologia apenas na capital. É preciso descentralizar.
Proposta: Criar centros de inovação regionais, com acesso a internet de qualidade, equipamentos e consultoria para pequenos negócios.
Incentivo à digitalização
Muitos negócios ainda funcionam no papel, perdendo eficiência e oportunidades. A digitalização pode transformar esses negócios.
Proposta: Programa de incentivo à digitalização, com subsídios para aquisição de equipamentos e softwares de gestão.
Startups e empreendedorismo jovem
Os jovens têm ideias inovadoras, mas muitas vezes não conseguem tirá-las do papel. É preciso apoiar o ecossistema de startups.
Proposta: Parcerias com universidades e incubadoras para apoiar o surgimento e crescimento de startups no Paraná.
Comércio eletrônico para pequenos negócios
Vender online é uma necessidade, mas muitos pequenos empresários não sabem por onde começar.
Proposta: Criar uma plataforma estadual de comércio eletrônico para pequenos negócios, com suporte para vendas online, logística e marketing digital.
“A tecnologia não é inimiga do pequeno negócio. É aliada. Vamos levar inovação para quem mais precisa.”
Proposta 7: Diálogo permanente com o setor
O governo não pode decidir sozinho o que é melhor para os pequenos negócios. É preciso ouvir quem vive a realidade.
O que precisa mudar:
Fórum permanente das MPEs
Criar um espaço permanente de diálogo entre governo e representantes das micro e pequenas empresas.
Proposta: Instituir o Fórum Paranaense das Micro e Pequenas Empresas, com reuniões periódicas e participação efetiva nas decisões que afetam o setor.
Conselhos regionais
As necessidades variam de região para região. É preciso ouvir as particularidades de cada lugar.
Proposta: Criar conselhos regionais de desenvolvimento econômico, com participação de empresários locais e lideranças comunitárias.
Simplificação da comunicação
Muitas vezes, o governo cria programas importantes, mas o empresário não fica sabendo. A comunicação precisa ser mais eficiente.
Proposta: Criar um canal único de comunicação com o pequeno empresário, com informações claras sobre programas, linhas de crédito e oportunidades.
Como minha experiência se conecta com a geração de emprego
Você pode estar se perguntando: o que um empresário do ramo imobiliário tem a ver com geração de emprego?
Tudo a ver.
- Como lojista, vivi na pele os desafios do pequeno comércio
- Como comerciante, contratei, demiti, treinei e vi pessoas crescerem
- Como corretor de imóveis, vi o mercado imobiliário aquecer e gerar empregos na construção civil, nos serviços, no comércio
- Como perito avaliador, entendi a importância de negócios saudáveis para a economia
- Nos projetos sociais, vi o desemprego destruir famílias e o emprego transformar vidas
A geração de emprego não é um tema distante para mim. É algo que vivo diariamente, que me afeta e que afeta todos ao meu redor.
“Sei o que é acordar cedo pensando na folha de pagamento. Sei o que é torcer para o movimento melhorar. Sei o que é a angústia de não saber se vai dar conta. E sei também a alegria de contratar alguém e ver essa pessoa crescer.”
Para você que leu até aqui
Se você chegou até este ponto, é porque se importa com a geração de emprego e renda no Paraná. Se importa com quem empreende, com quem trabalha, com quem sonha.
Minha pergunta para você: Como está a situação de emprego na sua cidade? O que funciona e o que precisa melhorar? Que sugestões você daria para apoiar os pequenos negócios na sua região?
Deixe sua resposta nos comentários. Sua opinião é fundamental para construirmos juntos propostas que realmente atendam às necessidades de quem empreende e trabalha.
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- Palavras-chave secundárias: pequenas e médias empresas, apoio ao empreendedor, pré-candidato deputado estadual 2026, Leandro Cazaroto emprego, mercado imobiliário Paraná, moradia digna Paraná, eleições 2026 Paraná, desburocratização, crédito para pequenas empresas
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*Artigo produzido em março de 2026. Leandro Cazaroto é lojista, comerciante, corretor de imóveis e perito avaliador, e pré-candidato a deputado estadual pelo Paraná nas eleições de 2026.*