O que ninguém te contou sobre a água que falta em Piraquara
Cidade que abastece milhões na Grande Curitiba convive com racionamento e obras emergenciais; proposta defende royalties hídricos como solução
Você já parou para pensar de onde vem a água que chega à sua torneira? Em Curitiba e em mais seis cidades da Região Metropolitana, a resposta é Piraquara. É lá que nasce grande parte da água consumida por mais de 3 milhões de pessoas .
O que pouca gente sabe é que a cidade que protege esses mananciais vive uma crise de abastecimento. Os moradores de Piraquara enfrentam falta d’água recorrente enquanto mantêm os reservatórios que abastecem a capital.
Em 2026, o governo estadual publicou decreto de emergência hídrica com validade de 180 dias, autorizando a Sanepar a adotar rodízios e monitoramento rigoroso da qualidade da água . O paradoxo não poderia ser maior.
Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há quase duas décadas e acompanho de perto o desenvolvimento urbano do Paraná, essa situação revela uma verdade incômoda: não se pode exigir que uma cidade proteja o meio ambiente sem dar a ela condições de se desenvolver. Piraquara é prova viva disso.
📌 Quer saber como podemos transformar essa realidade?
Eu, Leandro Cazaroto, candidato a Deputado Estadual pelo PSD 55188, conheço Piraquara de perto. Sei que a cidade guarda a água de metade da Região Metropolitana de Curitiba, mas ainda espera por compensação e infraestrutura à altura do serviço ambiental que presta.
👉 Acesse agora a página “A voz de Piraquara na Assembleia Legislativa” e conheça na íntegra minhas propostas para:
✅ Ampliação do ICMS Ecológico e compensação financeira justa
✅ Fiscalização e cobrança para que a Sanepar cumpra os investimentos prometidos
✅ Regularização fundiária fora das áreas de manancial
✅ Saneamento básico e infraestrutura para os bairros mais vulneráveis
Clique aqui e veja o plano completo para Piraquara:
https://leandrocazaroto.com.br/a-voz-de-piraquara-na-assembleia-legislativa/
Uma guardiã com restrições, mas sem compensação
Piraquara preserva a água de Curitiba, mas não recebe o retorno que merece por esse serviço ambiental.
Com cerca de 93% do seu território inserido em áreas de mananciais, a cidade desempenha um papel estratégico na segurança hídrica da Região Metropolitana de Curitiba . O município abastece aproximadamente 50% da população atendida pelo sistema integrado .
Esse protagonismo ambiental, no entanto, vem com um preço alto: restrições severas ao desenvolvimento urbano e industrial. O produtor rural tem limitações, o proprietário de terra enfrenta restrições e a cidade não pode crescer como outras da região.
O reservatório Piraquara I opera com excelentes níveis – chegou a 99% de capacidade em janeiro de 2026 , e registra 85,6% mesmo com a crise hídrica do ano . A qualidade da água é mantida pela preservação das matas ciliares e ações de conservação .
Mas onde está a contrapartida do estado por esse serviço essencial?
32 bairros sem água em pleno 2026
A população de Piraquara convive com interrupções constantes, enquanto a água da cidade vai para outras regiões.
Em junho de 2026, a Sanepar realizou obras de interligação de uma nova adutora ao Reservatório Piraquara, deixando 32 bairros sem abastecimento . A lista incluía Jardim Santa Clara, Jardim dos Estados, Vila Izabel e diversas outras comunidades .
O problema não é isolado. Em maio, a falta de água em Piraquara atingiu 33 bairros devido a obras de manutenção . E em julho, a Sanepar emitiu novo alerta para falta de água em sete cidades da região .
A prefeitura já notificou a Sanepar exigindo providências, destacando que “é inadmissível que uma cidade que enfrenta restrições em seu desenvolvimento para preservar os mananciais não conte com um abastecimento de água pleno, regular e ininterrupto” .
O que a população vive, na prática, é o uso racional recomendado pela Sanepar: priorizar alimentação e higiene pessoal, adiar tarefas como lavar quintais e depender de caixas d’água de 500 litros .
A solução: royalties da água
Se a água de Piraquara vale tanto para a Grande Curitiba, ela precisa valer também para quem a protege.
O conceito de royalties pela utilização de recursos hídricos já existe no Brasil. As hidrelétricas, por exemplo, repassam a Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH) aos municípios . No primeiro trimestre de 2026, as usinas da ENGIE no Paraná repassaram mais de R$ 52 milhões em royalties .
O debate ganhou até destaque no Supremo Tribunal Federal. Em maio de 2026, o ministro Flávio Dino questionou o Procurador-Geral do Paraná sobre a concentração de royalties de recursos hídricos no estado . O argumento central: se há compensação financeira para quem sofre impactos da exploração de petróleo e de hidrelétricas, por que não há para quem protege os mananciais?
Minha proposta como pré-candidato a deputado estadual é clara: criar uma lei estadual que estabeleça royalties da água para os municípios que protegem mananciais. Quem protege a água do estado precisa ser compensado.
Piraquara precisa receber investimento em infraestrutura, saúde e educação como contrapartida por proteger o meio ambiente. É uma questão de justiça.
O que Piraquara precisa com urgência
Mais do que promessas, a cidade precisa de obras e investimentos concretos.
A lista de prioridades é longa e urgente:
Pavimentação de estradas vicinais – O produtor rural enfrenta estradas de chão que viram atoleiro na primeira chuva. O caminhão não entra, a produção perde valor e o morador rural fica ilhado.
Saneamento básico universal – Piraquara tem abundância de água, mas falta tratamento de esgoto em muitos bairros. Esgoto a céu aberto e doenças que poderiam ser evitadas são a realidade de comunidades inteiras.
Regularização fundiária – Famílias inteiras vivem sem segurança jurídica sobre suas propriedades. A regularização é essencial para garantir dignidade e acesso a serviços públicos.
Investimento em saúde e educação – O jovem precisa sair da cidade para estudar ou trabalhar. Postos de saúde e escolas estaduais precisam de manutenção e ampliação.
Compensação financeira – O dinheiro que poderia vir em forma de royalties, investimento em infraestrutura e apoio ao produtor rural não chega .
📌 Quer saber como podemos transformar essa realidade?
Eu, Leandro Cazaroto, candidato a Deputado Estadual pelo PSD 55188, conheço Piraquara de perto. Sei que a cidade guarda a água de metade da Região Metropolitana de Curitiba, mas ainda espera por compensação e infraestrutura à altura do serviço ambiental que presta.
👉 Acesse agora a página “A voz de Piraquara na Assembleia Legislativa” e conheça na íntegra minhas propostas para:
✅ Ampliação do ICMS Ecológico e compensação financeira justa
✅ Fiscalização e cobrança para que a Sanepar cumpra os investimentos prometidos
✅ Regularização fundiária fora das áreas de manancial
✅ Saneamento básico e infraestrutura para os bairros mais vulneráveis
Clique aqui e veja o plano completo para Piraquara:
https://leandrocazaroto.com.br/a-voz-de-piraquara-na-assembleia-legislativa/
❓ Você sabia que Piraquara abastece Curitiba e a Região Metropolitana? Você concorda que a cidade deveria ser compensada financeiramente por isso?
Faça parte dessa construção!
📲 Siga Leandro Cazaroto nas redes sociais para acompanhar as propostas e ações da campanha.
📢 Compartilhe este artigo com amigos e familiares. Quanto mais gente souber da situação de Piraquara, mais pressão teremos por mudanças.
💬 Deixe seu comentário abaixo com sua opinião. O que você acha que deveria ser feito para resolver o problema da água em Piraquara?
Leandro Cazaroto é Candidato a Deputado Estadual pelo PSD 55188, empresário do ramo imobiliário com quase 20 anos de experiência, e atua em projetos sociais e desenvolvimento urbano no Paraná.
