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Internet no interior do Paraná: mapa da cobertura real

Internet no interior do Paraná: mapa da cobertura real

O que falta para conectar todos os paranaenses à internet de qualidade

Você já tentou fazer uma videochamada no interior do Paraná e a imagem travou? Já precisou resolver algo simples, como uma emissão de nota fiscal ou um atendimento bancário, e o sinal simplesmente não existia? Infelizmente, essa ainda é a realidade de milhões de paranaenses. Não é falta de vontade de quem mora longe da capital. É falta de planejamento do estado.

A internet como direito essencial

O acesso à internet de qualidade deixou de ser luxo. É infraestrutura básica, como energia elétrica e água tratada. Sem internet, o aluno do interior não acompanha o conteúdo escolar. O pequeno empreendedor não vende para fora da sua cidade. O paciente não consegue marcar uma teleconsulta. O agricultor familiar não acessa o mercado digital.

O Paraná avançou, mas ainda está longe de resolver esse problema. Segundo dados da Anatel e do Programa Paraná Mais Digital, o estado tem cobertura de banda larga fixa em cerca de 85% das áreas urbanas — mas esse número despenca quando falamos de regiões rurais e municípios menores.

Onde ainda falta cobertura?

Região Metropolitana de Curitiba: Você pode achar que a RMC é toda atendida, mas não é. Municípios como Adrianópolis, Tunas do Paraná, Bocaiúva do Sul e Rio Branco do Sul ainda têm áreas sem conexão de qualidade. Quem mora em distritos rurais ou em bairros mais afastados depende de sinal fraco de rádio ou satélite caro.

Norte e Noroeste: Cidades como Loanda, Terra Rica, Santo Antônio do Caiuá e São Pedro do Paraná estão entre as menos conectadas do estado. A distância dos grandes centros e o baixo incentivo à instalação de fibra óptica deixam milhares de pessoas isoladas digitalmente.

Centro-Sul e Sudoeste: Bituruna, Coronel Domingos Soares, Honório Serpa e Rio Bonito do Iguaçu convivem com internet lenta e instável. O jovem que quer estudar para o vestibular ou fazer um curso técnico online precisa se deslocar para a cidade vizinha.

Campos Gerais e Região dos Lagos: Carambeí, Tibagi, Jaguariaíva e Sengés têm cobertura precária em áreas rurais. O turismo e a produção agropecuária perdem competitividade por falta de conectividade digna.

Para mim, Leandro Cazaroto, que atuo no mercado imobiliário há anos, esse assunto é importante porque o valor de um imóvel hoje está diretamente ligado à infraestrutura disponível — e internet é um dos itens mais cobrados por quem busca moradia. Já vi loteamentos inteiros com casas prontas sendo desvalorizados porque a operadora de internet não chega até lá. Já ouvi de famílias que desistiram de morar em um bairro novo simplesmente porque não conseguiam trabalhar de casa. Isso não é justo. E precisa mudar.

Programas existentes: o que está funcionando?

O Programa Paraná Mais Digital, lançado pelo governo estadual, tem o objetivo de expandir a infraestrutura de conectividade, especialmente em áreas rurais e municípios de baixo IDH. Algumas cidades já receberam novos pontos de fibra óptica e melhorias na rede de backhaul. O programa Wi-Fi Paraná, por sua vez, instalou pontos de acesso gratuito em praças, terminais e escolas estaduais. Mas ainda é pouco.

O que ainda falta?

Expansão da fibra óptica: A rede tronco já existe em boa parte do estado, mas o último quilômetro — a conexão que chega dentro da casa do cidadão — ainda é o grande gargalo.

Incentivo às operadoras: Faltam políticas estaduais que reduzam tributos e burocracia para empresas que levam internet para áreas de difícil acesso.

Conectividade nas escolas rurais: Milhares de escolas do campo ainda funcionam sem internet estável. Aluno sem conexão não aprende no mesmo ritmo.

Telemedicina: A falta de internet de qualidade impede que moradores do interior tenham acesso a consultas com especialistas por videoconferência — algo que já deveria ser padrão.

O compromisso de Leandro Cazaroto

Como pré-candidato a deputado estadual em 2026, minha missão é levar essa pauta para a Assembleia Legislativa do Paraná. Vou cobrar transparência nos contratos de concessão de internet no estado, metas claras de expansão para áreas rurais, incentivos fiscais para operadoras que chegarem onde ainda não chegaram, prioridade para escolas, UBSs e praças públicas e integração entre o programa Paraná Mais Digital e os municípios da RMC.

Não adianta ter prédio moderno, estrada asfaltada e hospital novo se a pessoa não consegue trabalhar, estudar ou se consultar porque o sinal de internet não funciona.

Faça parte dessa construção

Você já passou por dificuldade por falta de internet de qualidade onde mora? Sabe de alguma região do Paraná que ainda está isolada digitalmente? Compartilhe este artigo com amigos, familiares e vizinhos. Quanto mais pessoas falarem sobre o tema, maior a pressão para que o estado aja.

Siga Leandro Cazaroto nas redes sociais e acompanhe as propostas para conectividade, infraestrutura e desenvolvimento urbano no Paraná.

Pergunta para você, que leu até aqui: na sua cidade ou bairro, a internet funciona bem? Ou você também já perdeu horas de trabalho por causa de sinal fraco? Deixe sua resposta nos comentários. Sua experiência pode ajudar a construir uma pauta mais forte para as eleições 2026 no Paraná.

Juntos, podemos conectar o Paraná de verdade.

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leandrocazarotodep

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