Over 10 years we help companies reach their financial and branding goals. Engitech is a values-driven technology agency dedicated.

Gallery

Contacts

411 University St, Seattle, USA

engitech@oceanthemes.net

+1 -800-456-478-23

Voz Ativa (A Força da Mulher Paranaense)

A Força da Mulher Paranaense na Política e na Sociedade


DIAGNÓSTICO

A mulher paranaense é força que move o estado. É no campo, na cidade, na indústria, no comércio, nos serviços, nas escolas, nos hospitais, nos lares. É mãe, é trabalhadora, é empreendedora, é líder comunitária, é artista, é cientista, é política. É, acima de tudo, protagonista da história do Paraná.

Mas essa força enfrenta barreiras. Barreiras históricas, culturais, estruturais. A desigualdade de gênero ainda é realidade.

 
 
IndicadorRealidade
Desigualdade salarialMulheres ganham menos que homens na mesma função. Diferença chega a 20%, maior para mulheres negras.
Participação política52% do eleitorado, mas apenas 15% das cadeiras na Câmara, 16% no Senado, 12% nas Assembleias. No Paraná, apenas 4 das 54 cadeiras da Assembleia são ocupadas por mulheres.
Violência domésticaAltos índices de agressões, ameaças, estupros, feminicídios. Muitos casos não são denunciados.
Violência políticaMulheres eleitas enfrentam assédio, discriminação, violência política. São interrompidas, desrespeitadas, ameaçadas.
Dupla jornadaTrabalho fora e trabalho doméstico não remunerado nem reconhecido.
Saúde da mulherAcesso desigual a serviços específicos: planejamento familiar, pré-natal, prevenção de câncer.
Maternidade e trabalhoMulheres penalizadas no mercado de trabalho pela maternidade. Creches insuficientes.

AS MÚLTIPLAS REALIDADES DAS MULHERES

A discriminação não atinge todas as mulheres da mesma forma. É preciso considerar as intersecções:

 
 
GrupoDesafios Específicos
Mulheres negrasDiscriminação múltipla: racismo e machismo. Menos oportunidades, piores condições de vida, maior vulnerabilidade.
Mulheres indígenasEspecificidades culturais, acesso limitado a serviços, violência histórica.
Mulheres ruraisTrabalho no campo invisibilizado. Falta de acesso à terra, crédito, assistência técnica.
Mulheres idosasVivem mais, mas com menos recursos. Aposentadorias menores, solidão, falta de políticas específicas.
Mulheres LGBTQIA+Discriminação múltipla. Violência, preconceito, falta de políticas específicas.
Mulheres com deficiênciaAcessibilidade precária, dupla discriminação, vulnerabilidade.

CONQUISTAS E AVANÇOS

Apesar dos desafios, as mulheres conquistaram espaços importantes nas últimas décadas:

 
 
ConquistaImpacto
Mais escolaridadeMulheres têm mais anos de estudo que os homens
Maior participação no mercado de trabalhoPresença crescente em profissões antes dominadas por homens
Lei Maria da PenhaMarco legal no enfrentamento à violência doméstica
Lei do FeminicídioQualifica o homicídio de mulheres por razões de gênero
Lei da igualdade salarialAvanço na luta por equiparação
Movimento de mulheres forteOrganizado, atuante, conquistando direitos

POR QUE A VOZ DA MULHER IMPORTA

A participação das mulheres na política e na sociedade não é apenas uma questão de justiça. É uma questão de democracia, de desenvolvimento, de qualidade de vida.

 
 
MotivoImpacto
Democracia plenaDemocracia que exclui metade da população não é democracia.
Diferentes perspectivasMulheres trazem experiências, olhares, prioridades diferentes.
Efeito multiplicadorQuando uma mulher ocupa espaço de poder, inspira outras.
Qualidade da políticaMulheres eleitas tendem a ser mais comprometidas com pautas sociais, transparência, combate à corrupção.
Desenvolvimento econômicoIgualdade de gênero impulsiona a economia.
Paz e não violênciaMulheres são principais vítimas da violência, mas também principais construtoras da paz.

NOSSAS SOLUÇÕES

PILAR 1: ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

A violência é a expressão mais brutal da desigualdade. Enfrentá-la é prioridade absoluta.

Ações concretas:

  • Casas da Mulher Brasileira — Implantar unidades em todas as regiões com atendimento integrado: acolhimento, delegacia, juizado, apoio psicossocial, autonomia econômica. A mulher encontra tudo em um só lugar.

  • Delegacias da Mulher fortalecidas — Em número suficiente, estrutura adequada, equipe treinada, funcionamento 24 horas nas principais cidades.

  • Patrulha Maria da Penha — Acompanhamento de mulheres com medidas protetivas, visitas regulares, orientação. Prevenir o feminicídio, garantir a proteção.

  • Casas abrigo e centros de referência — Acolhimento com apoio psicológico, social, jurídico. Em número suficiente, com qualidade, com sigilo.

  • Medidas protetivas ágeis — Sistema que garanta rapidez na concessão e no cumprimento. A mulher não pode esperar enquanto o agressor age.

  • Monitoramento de agressores — Tornozeleira eletrônica, acompanhamento, programas de reabilitação.

  • Campanhas de conscientização — Enfrentar a cultura do estupro, o machismo, a naturalização da violência. Educação nas escolas, comunicação na mídia, mobilização social.

  • Atendimento a vítimas de violência sexual — Rede de serviços integrada, com acolhimento, contracepção de emergência, profilaxia de ISTs, apoio psicológico. Acolher sem revitimizar.

  • Dados e monitoramento — Sistema unificado de informações sobre violência contra a mulher. Dados para planejar, avaliar, cobrar.


PILAR 2: AUTONOMIA ECONÔMICA DAS MULHERES

A independência financeira é condição para a liberdade.

Ações concretas:

  • Qualificação profissional — Cursos profissionalizantes alinhados com as demandas do mercado, com as vocações regionais. Prioridade para mulheres em situação de vulnerabilidade.

  • Apoio ao empreendedorismo feminino — Linhas de crédito especiais, capacitação em gestão, mentoria, incubação. A mulher empreendedora gerando renda, gerando autonomia.

  • Cooperativismo e economia solidária — Apoio a cooperativas de mulheres, com assistência técnica, com acesso a mercados, com fortalecimento da gestão. Juntas, são mais fortes.

  • Inclusão produtiva no campo — Acesso à terra, ao crédito, à assistência técnica para mulheres rurais. Reconhecimento como trabalhadoras, como produtoras, como protagonistas.

  • Combate à desigualdade salarial — Fiscalização do cumprimento da lei de igualdade salarial. Campanhas de conscientização, denúncia de discriminação, responsabilização de empresas.

  • Creches e educação infantil — Ampliar vagas em creches, com horário estendido, com qualidade. A mulher pode trabalhar sabendo que seus filhos estão bem cuidados.

  • Licença maternidade e paternidade — Garantir licença de qualidade, com remuneração integral, com estabilidade. Compartilhar o cuidado, não sobrecarregar a mulher.

  • Programas de transferência de renda com foco em mulheres — O Bolsa Família já prioriza as mulheres. Ampliar e fortalecer, com acompanhamento, com portas de saída.


PILAR 3: SAÚDE INTEGRAL DA MULHER

Saúde da mulher é direito, não favor. Precisa de atenção específica.

Ações concretas:

  • Atenção integral à saúde da mulher — Da adolescência à terceira idade. Planejamento familiar, pré-natal, parto humanizado, pós-parto, climatério, menopausa.

  • Prevenção e tratamento de câncer de mama e colo de útero — Campanhas permanentes, exames acessíveis, tratamento ágil. Câncer detectado cedo tem mais chance de cura.

  • Saúde mental — Mulheres são as principais vítimas de ansiedade, depressão, transtornos relacionados à violência. Atendimento psicológico acessível, grupos de apoio, acolhimento.

  • Direitos sexuais e reprodutivos — Informação, acesso a métodos contraceptivos, acompanhamento de gestação de risco. A mulher decide sobre seu corpo, sobre sua vida.

  • Atendimento humanizado no SUS — Profissionais capacitados para atender mulheres com respeito, sem preconceito, sem violência obstétrica. Parto respeitoso, puerpério acolhido.

  • Saúde da mulher negra e indígena — Políticas específicas, considerando as maiores vulnerabilidades e as especificidades culturais.

  • Saúde da mulher LGBTQIA+ — Atendimento respeitoso, uso do nome social, atenção às especificidades. Profissionais capacitados para acolher sem discriminação.


PILAR 4: PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DAS MULHERES

Mais mulheres na política, melhor política para as mulheres.

Ações concretas:

  • Formação política para mulheres — Cursos, oficinas, mentorias para capacitar mulheres a se candidatar, a fazer campanha, a exercer mandato. Conhecimento que empodera.

  • Apoio a candidaturas femininas — Incentivos partidários, recursos de campanha, visibilidade. As cotas de financiamento precisam ser cumpridas e ampliadas.

  • Combate à violência política contra a mulher — Denúncia, apuração, punição. Lei que criminaliza a violência política precisa ser aplicada. Mulher eleita precisa de segurança para exercer o mandato.

  • Fortalecimento de mandatos femininos — Assessoria técnica, apoio parlamentar, formação continuada. Mulher eleita bem assessorada entrega mais resultados.

  • Redes de mulheres na política — Espaços de troca, de apoio, de construção coletiva. Juntas, enfrentam melhor as dificuldades, constroem melhores soluções.

  • Presença de mulheres em espaços de poder no Executivo — Secretarias, cargos de direção, conselhos. O governo precisa dar exemplo de paridade.

  • Conselhos de direitos das mulheres fortalecidos — Com poder deliberativo, com composição paritária, com estrutura. A sociedade civil organizada participando das decisões.

  • Conferências de políticas para mulheres — Espaço de debate, de proposição, de avaliação. As mulheres discutindo prioridades e cobrando resultados.


PILAR 5: EDUCAÇÃO PARA A IGUALDADE

A igualdade se aprende. Na escola, na família, na sociedade.

Ações concretas:

  • Educação para a igualdade de gênero nas escolas — Currículo que aborde a história das mulheres, o combate ao machismo, o respeito à diversidade. Formar novas gerações com mentalidade igualitária.

  • Combate ao sexismo nos materiais didáticos — Revisão de livros, de imagens, de discursos que reproduzem estereótipos. Material que mostre mulheres em todas as profissões, em todos os papéis.

  • Formação de professores para a igualdade de gênero — Capacitar educadores para abordar o tema, para identificar situações de discriminação, para promover o respeito.

  • Campanhas de conscientização na sociedade — Mídia, redes sociais, eventos. Enfrentar o machismo, promover a igualdade, valorizar a contribuição das mulheres.

  • Incentivo a meninas em áreas STEM — Ciência, tecnologia, engenharia, matemática. Bolsas, programas, referências. Meninas podem ser cientistas, engenheiras, programadoras.

  • Valorização das mulheres na história e na cultura — Incluir nos currículos, na programação cultural, nos espaços públicos. Heroínas paranaenses merecem reconhecimento.


PILAR 6: MATERNIDADE E CUIDADO

Maternidade não pode ser punição. Cuidado não pode ser só responsabilidade das mulheres.

Ações concretas:

  • Ampliação de creches e educação infantil — Já mencionado, mas essencial. Vaga em creche é direito da criança, é direito da mulher, é direito da família.

  • Licença maternidade e paternidade dignas — Garantir licença de qualidade para mães e pais. Compartilhar o cuidado desde o início.

  • Apoio a mães solo — Mulheres que criam seus filhos sozinhas precisam de atenção especial. Programas de transferência de renda, de apoio psicológico, de inclusão produtiva.

  • Proteção à gestante e lactante no trabalho — Garantir direitos, combater discriminação, assegurar condições adequadas. A mulher não pode ser penalizada por ser mãe.

  • Parentalidade positiva e não violenta — Programas de orientação para famílias, para que a educação dos filhos se dê sem violência, com respeito, com diálogo.

  • Valorização do trabalho de cuidado — O cuidado com crianças, idosos, pessoas com deficiência precisa ser reconhecido, valorizado, compartilhado. Políticas públicas que apoiem quem cuida.


PILAR 7: MULHERES RURAIS E DO CAMPO

A mulher do campo trabalha, produz, sustenta. Merece reconhecimento e políticas específicas.

Ações concretas:

  • Acesso à terra e à documentação — Garantir que as mulheres rurais tenham acesso à terra, à titulação conjunta, à documentação. Direito à propriedade, direito à produção.

  • Crédito rural com recorte de gênero — Linhas especiais para mulheres agricultoras, com condições facilitadas, com assistência técnica. A mulher produzindo e prosperando.

  • Assistência técnica e extensão rural com foco em mulheres — Técnicas capacitadas para atender mulheres, considerando suas especificidades, suas necessidades, seus saberes.

  • Organização produtiva de mulheres — Apoio a cooperativas, associações, grupos de mulheres rurais. Juntas, acessam mercados, processam produção, fortalecem-se.

  • Inclusão digital no campo — Mulheres rurais conectadas, com acesso a informação, a mercados, a serviços. Tecnologia que empodera.

  • Saúde da mulher rural — Acesso a serviços de saúde, a informações, a cuidados específicos. A distância não pode ser barreira.


PILAR 8: MULHERES NEGRAS E INDÍGENAS

A discriminação múltipla exige políticas específicas.

Ações concretas:

  • Políticas de promoção da igualdade racial com recorte de gênero — As mulheres negras e indígenas sofrem com racismo e machismo. As políticas precisam considerar essa intersecção.

  • Fortalecimento de organizações de mulheres negras e indígenas — Apoio a associações, coletivos, movimentos. Protagonismo na luta por direitos.

  • Ações afirmativas no trabalho, na educação, na política — Cotas, bolsas, programas específicos para compensar desigualdades históricas.

  • Saúde da mulher negra — Atenção às doenças prevalentes, ao racismo institucional na saúde, à mortalidade materna. Políticas específicas para reduzir desigualdades.

  • Valorização da cultura e história das mulheres negras e indígenas — Nos currículos, na mídia, nos espaços públicos. Reconhecimento da contribuição.

  • Enfrentamento ao racismo e à discriminação — Campanhas, denúncias, punições. Racismo é crime, precisa ser enfrentado.


PILAR 9: MULHERES LGBTQIA+

As mulheres lésbicas, bissexuais, trans, travestis enfrentam discriminação múltipla.

Ações concretas:

  • Políticas de enfrentamento à violência contra mulheres LGBTQIA+ — Dados, denúncias, atendimento especializado. A violência homofóbica e transfóbica precisa ser combatida.

  • Atendimento de saúde inclusivo — Uso do nome social, atendimento respeitoso, atenção às especificidades. Profissionais capacitados para acolher sem discriminação.

  • Inclusão no trabalho e na educação — Políticas de combate à discriminação, de promoção da diversidade, de acolhimento.

  • Fortalecimento de organizações de mulheres LGBTQIA+ — Apoio a associações, coletivos, movimentos. Protagonismo na luta por direitos.

  • Visibilidade e representação — Mulheres LGBTQIA+ presentes na mídia, na política, na cultura. Referências que inspiram, que representam, que fortalecem.


PILAR 10: MULHERES IDOSAS

A população envelhece, e as mulheres são a maioria entre os idosos.

Ações concretas:

  • Políticas de envelhecimento ativo com recorte de gênero — Programas de atividade física, de socialização, de cultura, de lazer para mulheres idosas.

  • Previdência e assistência social — Garantir aposentadoria digna, benefícios assistenciais, acesso a serviços. Mulheres idosas não podem ser invisíveis.

  • Saúde da mulher idosa — Atenção às doenças prevalentes, à saúde mental, à prevenção de quedas, ao cuidado continuado.

  • Combate à violência contra a mulher idosa — Denúncia, proteção, acolhimento. A violência não tem idade.

  • Participação social e política — Mulheres idosas ativas, participando de conselhos, de grupos, de movimentos. Experiência que contribui.


EXEMPLOS QUE INSPIRAM

 
 
ExperiênciaLição Aprendida
Casa da Mulher BrasileiraModelo de atendimento integrado que já funciona em algumas capitais. Acolhimento, delegacia, juizado, apoio psicossocial, autonomia econômica. Reduz a revitimização, agiliza o atendimento, salva vidas.
Patrulha Maria da PenhaPrograma de acompanhamento a mulheres com medidas protetivas, presente em várias cidades. Reduz o feminicídio, aumenta a segurança.
Lei Maria da PenhaMarco legal no enfrentamento à violência doméstica. Avanço enorme, mas precisa ser plenamente implementada.
Lei do FeminicídioQualifica o homicídio de mulheres por razões de gênero. Dá visibilidade, agrava pena, inibe o crime.
Programa Mulher MilQualificação profissional para mulheres em situação de vulnerabilidade. Autonomia econômica, empoderamento, cidadania.
Cooperativas de mulheres ruraisEm várias regiões, mulheres organizadas processam e comercializam sua produção. Autonomia, renda, protagonismo.
Mandatos femininos inspiradoresDeputadas, prefeitas, vereadoras que fazem a diferença, que lutam por direitos, que representam. Exemplos que inspiram.

// O QUE ME DIFERENCIA

Não sou político de carreira. Sou empreendedor, estudioso e movido a dados.

EMPREENDEDOR
Aprendi que as melhores equipes são diversas. Que mulheres trazem perspectivas diferentes, soluções criativas, liderança transformadora. Empresas com mais mulheres nos cargos de comando têm melhores resultados.

DATA DRIVEN
Minhas propostas são construídas com base em dados, diagnósticos técnicos e evidências. Conheço os números da violência, da desigualdade salarial, da sub-representação política das mulheres no Paraná. Decisões baseadas em informação, não em achismo.

ESTUDIOSO
Estudei as regras, aprendi sobre seus direitos e me preparei para não ser enganado. Conhecimento técnico para tomar as melhores decisões para as mulheres paranaenses.

VISÃO DE LONGO PRAZO
Não penso só na próxima eleição. Planejo para os próximos 10, 20 anos. A igualdade de gênero se constrói com políticas consistentes e de longo prazo.

COMPROMISSO COM A VERDADE
Não prometo o que não posso cumprir. Entrego resultados. Transparência radical em tudo o que faço.

ESCUTA ATIVA
Conversei com mulheres de todas as regiões do Paraná. Ouvi empreendedoras, agricultoras, profissionais da saúde, professoras, lideranças comunitárias. Sei das dificuldades, dos sonhos, das lutas. Minha voz é a soma de muitas vozes.


O COMPROMISSO DE LEANDRO

“A força da mulher paranaense move o estado. Mas essa força enfrenta barreiras que não podemos mais aceitar. Meu compromisso é com o enfrentamento à violência, com a autonomia econômica, com a saúde integral, com a participação política. Vou lutar por Casas da Mulher Brasileira em todas as regiões, por delegacias fortalecidas, por patrulha Maria da Penha. Vou trabalhar por qualificação profissional, crédito para empreendedoras, apoio a cooperativas de mulheres. Vou defender a saúde da mulher em todas as fases da vida, com atendimento humanizado e respeito aos direitos sexuais e reprodutivos. Vou apoiar candidaturas femininas, combater a violência política, fortalecer os conselhos de direitos. Nada sobre nós sem nós. A voz da mulher paranaense precisa ser ativa. E eu estou aqui para amplificar essa voz.”


SE VOCÊ PRECISA DE AJUDA

Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180

Disque 100 — Direitos Humanos

Polícia Militar — 190

Procure a Delegacia da Mulher mais próxima ou uma Casa da Mulher Brasileira. Você não está sozinha.


COMPARTILHE ESTA PROPOSTA


LEANDRO CAZAROTO

Juntos por um Paraná mais justo, eficiente e inovador.